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segunda-feira, 8 de junho de 2026

Discussões - A era WILD precisa acabar

 Os últimos anos tem sido bem tumultuados para mim. Indo além de típicos imprevistos, e novos ares, minha vida inteira teve várias chacoalhadas enormes. Nos últimos três anos, em particular, tive pessoas que amo passando por situações delicadíssimas, e precisando de atenção especial, como até me casei e, no momento, estamos no aguardo do nosso primeiro filho! 

Mas, ei, não se preocupe! Não estou escrevendo esse artigo para falar da minha vida pessoal, nem nada disso. Estou enumerando todos esses pontos porque tudo isso aconteceu num intervalo de tempo de uns três ou quatro anos. E é surreal imaginar que esse tempo todo, com tantas mudanças, não é nem metade do tempo que a série Zelda passou dentro da Wild era, ou Era Selvagem, que é como eu vou me referir a ela. E isso é surreal porque, durante todo o período ANTES dessa era, a série Zelda era uma franquia primariamente antológica, com cada jogo sendo seu próprio universo, e sequências diretas sendo uma raridade e meia. 

domingo, 2 de junho de 2024

Tears of the Kingdom - Aonuma e Fujibayashi compartilham mensagens pelo primeiro aniversário

 


Em entrevista à publicação Nintendo Dream, ambos Eiji Aonuma e Hidemaro Fujibayashi, produtor e diretor de Tears of the Kingdom foram chamados a falar sobre o jogo após seu primeiro aniversário.

A notícia é do My Nintendo News, e você pode ver o que eles tinham a falar a seguir:


Eiji Aonuma

No outro dia, escutei sobre um caso em que uma criança disse de maneira empolgada "Eu joguei Tears of the Kingdom por mais de 1000 horas", e a mãe sorriu em resposta, dizendo "Eu não sabia disso!"

É claro, eu fiquei chocado de que alguém podia jogar tanto um jogo, mas eu também fiquei surpreso que a mãe aceitou isso.

Tem muitas pessoas ao meu redor que dizem com alegria sobre como eles jogaram esse jogo por muitas horas, e eu estou muito grato de ter feito um jogo que as pessoas gostaram desse jeito.

Zelda é uma série longeva, e eu gostaria de usar a experiência desse título para criar mais jogos que todo mundo pode aproveitar no futuro, então por favor fiquem ansiosos. Para todos aqueles que jogaram The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom, muito obrigado.


Hidemaro Fujibayashi

Já faz quase um ano desde o lançamento de The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom. Durante esse tempo, eu observei o quanto todos no mundo vem jogado e aproveitado de diferentes maneiras, o que trouxe alegria para a equipe como um todo.

Em particular, a Ultrahand, uma das novas funções adicionadas que lhe permite juntar e separar objetos, continuou a levar a veículos e criações únicos que nós nunca imaginamos; isso me fez sentir que tivemos sucesso em implementar um dos conceitos principais que estávamos querendo, que era fazer um jogo que incorpora: "Você pode fazer isso? Sim, você pode", e estou tão grato por isso.

O nosso jogo ser tão jogado é uma fonte de motivação insubstituível para nós da equipe de desenvolvimento. Muito obrigado.

Finalmente, o que eu quero dizer agora que um ano passou é que, assim como seu antecessor, Breath of the Wild, a história desse jogo foi estruturada de maneira que a verdade é gradualmente revelada enquanto você joga, levando a momentos surpreendentes que fazem você ficar "Então foi assim". Isso foi feito para que, mesmo terminando o jogo uma vez, rejogando o jogo enquanto você já sabe a verdade lhe permite perceber coisas que você não percebeu na sua primeira partida, e as mesmas cenas e diálogo podem parecer completamente diferentes, então por favor aproveitem fazer novas descobertas e experiências em uma segunda partida.

Por favor continue a dar suporte a The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom.


The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom está disponível no Nintendo Switch.

sábado, 1 de junho de 2024

Tears of the Kingdom - Pré-venda disponível na Amazon



De acordo com o site My Nintendo News, a trilha sonora de Tears of the Kingdom, lançado ano passado para o Switch, já está disponível para pré-venda na Amazon. Clique aqui se você quiser dar uma olhada.

Mas, ei! Antes de você dar uma olhada, fique sabendo que o valor da compra da versão limitada é de US$193,99, equivalente a uns R$1017,73. Baita pancada, se me perguntar, provavelmente por se tratar de um item importado. 
A versão comum custa uns US$135,99, ou R$713,44. 

Para mais detalhes sobre as diferenças da versão limitada para a versão comum, clique aqui.

O lançamento oficial será no dia 9 de Agosto. 

terça-feira, 14 de maio de 2024

Tears of the Kingdom - Trilha sonora é anunciada no Japão



Se você é um daqueles colecionadores ávidos que se amarram em ir atrás de itens de luxo, olha só que bacana! O site My Nintendo News reportou que a trilha sonora de The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom será lançada no dia 31 de Julho de 2024 no Japão.

A coleção contará com nove discos, e terá um total de 344 faixas musicais. Além disso, haverá também uma edição de colecionador contendo um USB em forma da Espada Mestre, incluindo um pedestal pra que você possa exibir suas ostentações pra todo mundo. O USB, no caso, vem com uma seleção de 15 músicas em alta definição.

Para aqueles interessados, é possível fazer a pré-compra pela Play-Asia, conforme apontado pelo site Nintendo Everything. E para os curiosos que não estão a fim de entrar nos links disponibilizados, eis os preços disponíveis no momento:

  • A versão "regular" (sem o USB) está por R$388.00;

  • A versão "limitada" (que tem o USB) está por R$570,00.

OPINIÃO

Então, né... Não sou sua mãe, por isso não vou dizer como você deve gastar seu dinheiro. Mas que esses preços são bem salgados, bom... Isso eu não posso negar... E nem pretendo, inclusive!

domingo, 12 de maio de 2024

Livro de arte de Tears of the Kingdom anunciado no Japão



 A Nintendo japonesa anunciou por meio de suas redes sociais um novo livro de artes baseado em Zelda. Dessa vez, o foco está totalmente no recente Tears of the Kingdom, lançado há um ano no Switch. A informação veio direto do My Nintendo News!

O livro em questão vai contar com um total de 424 páginas em formato A4 e terá como título The Master Works. O lançamento está previsto para o dia 30 de Agosto de 2024, no Japão.

Não há nenhuma palavra sobre um lançamento ocidental, mas, tendo em vista que a maioria dos livros relacionados a Zelda foram lançados por aqui, acredito que é apenas uma questão de tempo.


OPINIÃO

Vocês talvez não saibam disso, mas eu tenho comigo tanto o Hyrule Historia quanto o Arts and Artifacts, dois livros incríveis de bastante peso e prestígio. Sabe qual o problema deles? Bom... Além de estarem completamente em inglês (uma versão traduzida para português seria bem-vinda, ainda mais se tratando de um livro), os livros são caros que doem! Putz, até os mangás são caros em seus lançamentos oficiais! 

Ahh, se essas mídias alternativas fossem mais baratas, seria melhor pra todo mundo... Acho que tem a ver com taxa de importação em alguns casos, mas é difícil dizer... Bom, pelo menos temos a opção, hã? 

...

Mas seria melhor se tivéssemos mais do que só a opção.

Tears of the Kingdom - Nintendo celebra o aniversário de lançamento com nova imagem

 Por todas as suas redes sociais, a Nintendo celebrou hoje o primeiro aniversário de Tears of the Kingdom, lançado no Switch exatamente um ano atrás.


Obviamente, o motivo de estarmos falando disso tem tudo a ver com eles terem feito uma imagem em celebração. Ah, e antes de prosseguirmos, essa imagem contém alguns "spoilers" do jogo! Então se, por qualquer motivo, você ainda não saiba muito sobre a história do jogo e seu final, eu vou entender se você não clicar em leia mais!

Rumor: Versão aprimorada de Breath of the Wild pode estar a caminho do sucessor do Switch


Sabe quando você aprende uma coisa nova? Pois é! Eu aprendi hoje mesmo que o próximo sistema da Nintendo tem o codinome Ounce (abreviado pra OZ). Melhor do que "Switch 2", pelo menos para os propósitos dessa postagem.

Bom, vamos pra história!

A leaker renomada Midori, mais conhecida pelos vazamentos promovidos da SEGA e da Atlus, revelou que a Nintendo vem trabalhando em projeto de codinome U-King-O.



De acordo com o pessoal do Universo Nintendo, o nome "U-King" foi usado pela Nintendo como codinome para o desenvolvimento de The Legend of Zelda: Breath of the Wild, com a adição do sufixo -S (algo como U-King-S) para se referir à versão do Switch. 

Seguindo essa lógica, é possível concluir a possibilidade de que uma versão nova de Breath of the Wild esteja em desenvolvimento neste momento para o sucessor do Switch, esse tal Ounce.

Pouco depois, o leaker Pyoro confirmou a afirmação de Midori, dando ainda mais força para a possibilidade:


Caso isso tudo ainda esteja parecendo muito forçado para você, a história em si não é bem novidade, já que uns meses atrás, foi reportado pelo site Eurogamer que a Nintendo estava demonstrando, a portas fechadas, uma versão nova do Breath of the Wild rodando no novo sistema (embora tenha sido esclarecido que se tratava de apenas uma demonstração técnica).

De novo, isso é um rumor, e pode ser tão verdadeiro quanto a minha casa em Marte.


OPINIÃO:

Olha, mesmo isso sendo verdade ou não, todos estamos bem empolgados com as novas do sucessor do Switch. Tanto Breath of the Wild quanto sua sequência, Tears of the Kingdom, estão dentre os dez jogos mais vendidos da plataforma como um todo, então não seria bem uma surpresa imaginar que a Nintendo estaria ansiosa em relançar um dos jogos (quem sabe até os dois) na plataforma nova com melhorias visuais e técnicas para atrair ainda mais público, ou incentivar compradores anteriores a ir atrás de novo.

Não sei se eu entraria de cara em uma versão nova assim... O ideal seria um jogo novo em uma Hyrule nova, se me perguntar. Mas, ainda é empolgante de imaginar o que vem por aí!


Isso e, bom, sou eu, ou o nome Ounce é legal de falar? Ounce. Ounce. Ounce. Ounce. Ounce.

Ounce...

...

Tá, parei.

...

Não, parei não.

Ounce! Ounce! Ounce!

E porque o codinome é "OZ"? Nada a ver!


segunda-feira, 11 de dezembro de 2023

Aonuma fala sobre interesse de fãs por Zelda mais tradicional

 

Desde o lançamento de Tears of the Kingdom, muitos fãs de Zelda vem debatendo a respeito de como deve ser o futuro da franquia. Essas mesmas discussões ficaram bem mais intensas após comentários de Eiji Aonuma, o produtor de Zelda. 

Seja afirmando que não há planos para DLC, ou informando que uma sequência direta é improvável, Aonuma está deixando bem claro que o futuro incluirá um novo mundo e, muito provavelmente, uma filosofia diferente por trás.

Não é incomum, curiosamente, encontrar pessoas que, mesmo apreciando os jogos mais recentes, sente um tanto de saudade do que a série era pré-Breath of the Wild.

Em uma entrevista à IGN, Aonuma não só reconheceu essa questão, como também apontou sua opinião a respeito.

PERGUNTA:

É interessante escutar você dizer isso porque uma das discussões que vi dentre fãs de Zelda é eles dizendo: "Puxa, eu sinto falta de Zelda mais tradicional e linear do passado." E estou me perguntando como você se sente com isso, considerando a direção da série a um design bem mais aberto e mais livre?

AONUMA:

Bem, eu acho que nós como pessoas temos a tendência de querer a coisa que não temos no momento, e há um pouco da mentalidade de "gramado mais verde". Mas eu também acho que com a liberdade que os jogadores tem em jogos mais recentes da série... Ainda há um caminho específico, que acontece que é o caminho que eles escolhem. Então eu acho que é uma coisa que eu gosto de lembrar a mim mesmo sobre os jogos atuais que estamos fazendo.

Mas, também é interessante quando eu escuto as pessoas dizerem isso porque eu fico me perguntando."Por que você quer voltar para um tipo de jogo onde você é mais limitado ou mais restringido nos tipos de coisas e nas maneiras que você pode jogar?" Mas eu entendo o desejo que temos pela nostalgia, então eu também entendo desse aspecto.

Fonte

OPINIÃO:

OK, se me permitem o detalhe mais opinado agora... Bem... Hmm... 

Muitas pessoas estão sendo bem negativas com essa resposta, mas, admito que consigo ver onde ele quer chegar (especialmente agora que traduzi tudo e tive tempo para ler e entender melhor o que ele disse).
O detalhe que mais me chama atenção é a parte do interesse por algo que não temos agora, o que, bem, é verdade! Os veteranos de vocês devem lembrar do interesse que havia surgido por um Zelda de mundo aberto, e de que a ideia foi tão grande e tão empolgante que, quando Breath of the Wild foi anunciado, deixou muita gente feliz.

Eu sou um dos que acredita que um Zelda mais linear seja uma excelente ponte entre dois títulos massivos da franquia (como os vários jogos que lançaram de 2017 pra cá), tendo um orçamento menor, e basicamente alimentando um pouco esse nicho.
Mesmo já tendo jogados vários títulos, acho que nenhum jogo conseguiu replicar Zelda tradicional da maneira correta. Há casos que vem em mente, como Ittle Dew e Blossom Tales, ambos tentando seguir nos mesmos passos de A Link to the Past, mas, nenhum deles tem exatamente o mesmo toque (sem querer menosprezar esses jogos, claro!).

Meu ponto é que, talvez, fosse bacana ter uma experiência mais cuidadosa e menos aberta, que seja mais fácil de consumir, vez ou outra. Não sei. 

Os jogos de mundo aberto são muito bons, mas, se tem uma coisa que ficou horrivelmente clara na minha cabeça, ainda mais depois de Tears of the Kingdom, foi a seguinte: jogos podem ficar densos demais, e acho que nem todo mundo tem tempo para aproveitá-los do jeito que devem ser aproveitados. Ah bem, pelo menos dá pra jogá-los em várias partidas menores, hã? Hahaha... Ah... Alguns de nós estão ficando velhos...

sexta-feira, 8 de dezembro de 2023

Tears of the Kingdom - Aonuma diz que sequência é "improvável"; acredita que é possível um jogo com a Zelda jogável

Nos últimos dias, o time por trás de The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom vem fazendo diversas entrevistas e comentários tanto a respeito do jogo em si, quanto ao futuro da série deste ponto em diante.

1. Uma sequência para Tears of the Kingdom é improvável, diz Aonuma


 

Durante uma entrevista com a Game Informer, o produtor e homem da hora Eiji Aonuma, descartou a possibilidade de uma terceira sequência no mesmo mundo de Breath of the Wild e Tears of the Kingdom. 

A pergunta foi a seguinte :

Na mesma noção em que você, mais cedo este ano, confirmou que não haverá DLC para Tears of the Kingdom, porque vocês já conseguiram conquistar tudo o que queriam conquistar com esse jogo - vocês já descartaram outra sequência direta?

Eis as palavras do homem, conforme apresentado pelo site Universo Nintendo:

Bem, isso seria uma sequência de uma sequência, que fica um pouco fora de mão quando você pensa sobre isso! Mas, como mencionei anteriormente, com Tears of the Kingdom, procurávamos construir sobre o mundo que criamos com Breath of the Wild e realmente esgotar as possibilidades do que poderíamos colocar nesse mundo. Acho que é – para usar um termo – uma apoteose, ou a forma final daquela versão de The Legend of Zelda. Nesse sentido, não creio que faremos uma sequência direta para um mundo como aquele que criamos.

Somado a isso, Aonuma também esclareceu que a Ultrahand não apareceria em jogos futuros! De acordo com ele, o time já fez tudo o que podia com esta versão de Hyrule.


Fonte 1

Fonte 2 

Opinião:

Apesar de raro, não é necessariamente incomum a existência de sequências em Zelda. Zelda 1 e 2, no NES, Ocarina of Time e Majora's Mask no N64... Wind Waker e Phantom Hourglass até tiveram um "fim de trilogia", por assim dizer, com Spirit Tracks! No entanto, por mais empolgante que tenha sido revisitar o universo de Breath of the Wild, acredito que um dos pontos mais empolgantes de Zelda é justamente a completa novidade em cima de que outros mundos e versões diferentes de certos personagens teremos a chance de ver!

Então, sim, apesar de eu gostar dos personagens dessa nova fase, é hora de mudar!


2. Zelda jogável pode ser uma possibilidade, também diz Aonuma

Um dos tópicos que mais gerou debate nos últimos anos, especialmente desde o anúncio de Tears of the Kingdom lá em 2019, era a possibilidade de a princesa titular finalmente ser uma personagem jogável nos títulos principais da franquia.

Vale mencionar que isso já aconteceu em alguns títulos, embora todos tenham sido ou spin-offs, como Hyrule Warriors e Hyrule Warriors: Age of Calamity, ou títulos feitos por grupos terceirizados para um sistema à parte: Zelda: The Wand of Gamelon e Zelda's Adventure.

Mesmo assim, o interesse em ter a princesa finalmente como parte predominante da abertura (que não envolve transformá-la em fantasma e colocá-la dentro de uma armadura gigante), não parece ter escapado dos ouvidos do time de Zelda... Ou, pelo menos, do nosso Aonuma. Quando a IGN o questionou a respeito do assunto, ele teve isso a dizer (mais uma vez, crédito ao Universo Nintendo pela tradução!): 


 

Pois é, é interessante quando você pensa no nome da série, Legend of Zelda, mas Link é sempre o personagem principal. E Link tem sido o personagem principal, e Zelda sempre esteve envolvida, e eles têm um relacionamento e regras próprias em cada um dos jogos. Mas é verdade que penso que há sempre espaço para pensar neste tipo de coisas e no papel de Zelda. E pode haver algum tipo de possibilidade para algo assim no futuro.

Talvez, talvez, talvez…

 

Fonte

Opinião:

Não é a primeira vez que o Aonuma comenta sobre a possibilidade de a Zelda ser uma personagem jogável! Isso aconteceu pela primeira vez beeem aqui.

O que É interessante é a mudança de tom, dessa vez. Apesar de não acreditar em uma Zelda jogável literalmente no próximo título, me parece que o time de desenvolvedores começar a sequer pensar nisso já é mais do que o suficiente para tornar tal coisa realidade nos anos que seguem.

Só o tempo dirá! Então... Err... Não fique criando muita expectativa, certo?

sábado, 14 de outubro de 2023

Tears of the Kingdom - Diretor comenta sobre desenvolvimento das Profundezas

 

Um dos elementos mais únicos de Tears of the Kingdom, e um dos fatores que contribuiu para seu tamanho gigantesco, foram as Profundezas, um espaço subterrâneo do tamanho do mundo de cima. 

Em entrevista à Famitsu, Hidemaro Fujibayashi, diretor do jogo, comentou sobre como foi o processo de desenvolvimento deste ponto do jogo em particular. 

A seguir segue um trecho da entrevista, traduzido pro português pelo Gabriel Klippel da Nintendo Blast:

Fujibayashi: A propósito, com medo de  ser mal-interpretado, as Profundezas foram feitas em um período surpreendentemente curto.

Sério? Isso é verdade?

Fujibayashi: Mas, se você disser esse tipo de coisa, deixará a equipe irritada e eles vão dizer "Isso não foi fácil!". Estritamente falando, eu me refiro às formas básicas das Profundezas, que foram feitas em um período extremamente curto.

As Profundezas e a superfície têm uma relação invertida; áreas que são altas na superfície são baixas nas Profundezas e, inversamente, lugares baixos e rios na superfície se tornam altas paredes nas Profundezas. Ao criar originalmente a área da superfície, os level designs eram separados por rios. Então, se você invertesse o terreno, as áreas em si também seriam separadas por rios, e você teria outro nível criado naturalmente pelo terreno. Então, eu queria experimentar essa ideia e, depois de transmitir algumas das condições que discutimos a um programador, eles rapidamente criaram um protótipo.
 
Também parte da entrevista, Eiji Aonuma, produtor geral da série, reforçou alguns pontos, e também revelou uma filosofia interessante: 
 
Aonuma: Não apenas Fujibayashi, mas outros membros da equipe também tentaram perguntar várias coisas no processo de criação do jogo anterior, como "Eu me pergunto, usando os materiais de Breath of the Wild, que coisas podemos mudar?" Enquanto isso, com uma abordagem automatizada, os programadores implementaram isso em pouco tempo.

Fujibayashi: Claro, a partir daí, demorou muito tempo e muitos ajustes para que as Profundezas tomassem sua forma atual, mas o tempo para construir a base em si não foi longo.

Aonuma: Eu sou o primeiro a parar as coisas para que elas não levem muito tempo e esforço. A maneira como aconteceu quando decidimos implementar algo foi: "Não, isso surpreendentemente não levará muito esforço para criar", e então "Bem, então, vamos fazer isso". (risos)
 

 
Um ponto que foi logo levantado pelo entrevistador foi quanto à otimização. Quem já jogou sabe que é possível ir direto de uma ilha no céu para as profundezas em um só pulo. Sem surpresa alguma, os dois tinham uma resposta para isso:
 
É possível se mover de forma fluida entre o céu e a superfície e depois mergulhar nas Profundezas, isso não foi difícil de se atingir tecnologicamente?

Fujibayashi: Sim, foi. Os programadores foram bastante criativos enquanto faziam vários ajustes e avançavam na implementação de otimizações até o final.

Aonuma: Na verdade, até o final do desenvolvimento a transição não era perfeita. No meio do carregamento o Link parava de cair, entre outros problemas.

Foi realmente bem desafiador, não foi?

Aonuma: Os programadores diziam "Está tudo bem", mas essa situação continuou até o final, e continuamos verificando "Será que realmente podemos fazer isso de forma fluida?" Mas, no final das contas, eles tornaram isso realidade. (risos)
 
Apesar de suas inúmeras semelhanças com seu antecessor, acho que é inegável o quão grande é o escopo de Tears of the Kingdom. E ver o tamanho das Profundezas pela primeira vez é certamente especial. Mais ainda com essas informações vindo à tona.

terça-feira, 10 de outubro de 2023

Tears of the Kingdom - Desenvolvedores falam sobre o sucesso do jogo, e sobre o desaparecimento da tecnologia do antecessor

 Desculpa o título semi-clickbait! Eu evito esse tipo de coisa, mas realmente não queria tratar desses dois pontos com duas postagens separadas. Certo, vamos falar disso aqui!


 A publicação britânica The Telegraph conseguiu realizar uma entrevista com Eiji Aonuma, o produtor chefe de Zelda, e Hidemaro Fujibayashi, diretor de Tears of the Kindgom (além de vários outros jogos, como Skyward Sword, Breath of the Wild, Minish Cap, os Oracles...). Nesta entrevista (que você só pode ler se pagar, que bacana), eles comentaram alguns elementos bem interessantes a respeito do último lançamento da série. 

Durante a entrevista, ao ser perguntado de onde teria vindo o sucesso financeiro e comercial de TotK, Fujibayashi teve isto a dizer:

[O time de desenvolvimento] não criou o jogo com o objetivo de diferenciá-lo de outros títulos de mundo aberto. Ao invés disso, acho que é o caso de que nós fizemos o jogo que queríamos fazer, e isso acabou sendo interpretado pelos jogadores como um destaque sobre outros jogos.

- Hidemaro Fujibayashi,
diretor de Tears of the Kingom

Fonte

Uma outra pergunta foi direcionada à tecnologia Sheikah que enchia o mapa de Breath of the Wild, como Guardiões, Torres, as Shrines e até as Divine Beasts. Em Tears of the Kingdom, nada disso se faz presente em ponto algum. Vários jogadores já desenvolveram teorias a respeito, mas, é curioso ver que Fujibayashi tenha uma resposta pronta, embora um tantinho desinteressante:

Eles desapareceram depois que a Calamidade foi derrotada (selada). Todo o povo de Hyrule também testemunhou isso, mas não há ninguém que conheça o mecanismo, ou o motivo, de porque elas terem desaparecido, e é considerado um mistério. Acredita-se que, assim como a Calamidade desapareceu, eles também desapareceram, já que seu propósito foi alcançado.

De qualquer forma, é comum que eventos misteriosos e fenômenos estranhos ocorram em Hyrule. Assim, as pessoas simplesmente assumiram que a razão por trás do desaparecimento está ligada à tecnologia Sheikah antiga e parece que não houve ninguém que tenha tentado explorar a situação mais a fundo.  As civilizações principais de Breath of the Wild e Tears of the Kingdom são completamente diferentes, então pensamos sobre o jogo com base em conceitos que se encaixam com cada uma dessas civilizações.

- Hidemaro Fujibayashi,
diretor de Tears of the Kingom

Fonte

Se você tiver interesse em ler a entrevista, pode acessá-la aqui.

Certo, a resposta final ali é meio bobinha, mas não deixa de ser interessante, ainda mais considerando que a série é composta de vários mistérios que nunca tiveram nenhuma explicação oficial. 

The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom está disponível para o Nintendo Switch.

quarta-feira, 6 de setembro de 2023

Tears of the Kingdom - Jogo não terá DLC, de acordo com Aonuma

 

Conforme relatado pelo site Universo Nintendo, parece que, no momento, a equipe de desenvolvimento de Tears of the Kingdom não tem planos para fazer conteúdo adicional, como foi o caso de Breath of the Wild em 2017.

Eiji Aonuma, produtor principal da franquia, disse em entrevista à Famitsu que a equipe considera que Tears já é um título completo, e de que eles já conseguiram fazer tudo o que queriam com o universo do jogo. Eis as palavras do homem:

Não temos planos de lançar conteúdo adicional desta vez, mas isso é porque sentimos que fizemos tudo o que podíamos para aquele mundo. Desta vez, a razão pela qual decidimos fazer uma sequência do jogo anterior foi porque pensamos que valeria a pena experimentar novas maneiras de jogar em Hyrule. Se tais razões surgirem, poderemos retornar ao mesmo mundo. Quer seja uma sequência ou um novo trabalho, acho que será uma maneira completamente nova de jogar, então espero que vocês estejam ansiosos por isso.

Aonuma também aproveitou para encorajar os jogadores a manterem suas expectativas altas para o futuro de Zelda, mesmo considerando o patamar bem alto estabelecido pelos dois últimos jogos de mundo aberto.

Fujibayashi e o resto da equipe de desenvolvimento não consideram isso [a alta expectativa dos fãs] um obstáculo, então mantenha suas expectativas altas!

Palavras bem ousadas de um homem que conseguiu já tocar o céu. 

Não temos uma análise de Tears of the Kingdom aqui mas, se me permite a parte opinativa, é um jogo imenso e muito bem trabalhado e pensado do começo ao fim. Definitivamente uma experiência especial! Na verdade, ele me deixa animado para pensar sobre o que o próximo jogo principal poderá ser. Espero que seja algo diferente e único, assim como essa parte da série veio sendo até aqui.

Tears of the Kingdom já está disponível para o Nintendo Switch.

segunda-feira, 17 de abril de 2023

Tears of the Kingdom - Novas artes conceituais são postadas em redes sociais

 Seguindo a ansiedade gerada pelo novo trailer - e o fato de que Tears of the Kingdom está a menos de um mês de seu lançamento - a Nintendo está atualizando suas redes sociais com novas artes conceituais de alguns personagens.

Ao invés de vermos algo sobre Zelda ou Link, de novo, vemos não só imagens de Sidon e Riju, como também a de um personagem introduzido no trailer, o jovem Rito Tulin. 




Imagens alternativas dos mesmos personagens, além de uma suposta nova para Ganondorf, também surgiram nas redes sociais.


The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom chega no dia 12 de Maio de 2023 para o Nintendo Switch.


Fontes: NINTENDO, NECROLIPE VIA TWITTER

quinta-feira, 13 de abril de 2023

Tears of the Kingdom: Novo trailer mostra localidades, detalhes e até história!

Aconteceu! Finalmente um trailer REALMENTE BOM de Tears of the Kingdom! Não acredito!

E nem você acreditará, até ve-lo por si só! Checa aí: 


Eu fiz uma reação e comentário quanto ao trailer lá no nosso canal, então checa lá se você quiser saber minha opinião.


Tears of the Kingdom será lançado somente no Nintendo Switch no dia 12 de Maio de 2023!


Se você quiser ver uma imagem de spoilers, clica no Leia mais!

terça-feira, 28 de março de 2023

Tears of the Kingdom - Novo víde demonstra jogo em ação

 

Os mais atentos de vocês devem ter percebido que eu não venho postando muito das notícias de Tears of the Kingdom aqui no Hyrule Map. E aqueles que são mais próximos devem saber exatamente qual o motivo. 

Pessoalmente, eu não venho dando a mínima para o jogo. Conforme já deixei bem claro em um artigo que escrevi bem no começo do ano, TotK precisava desesperadamente de um gancho, um MOTIVO para sequer valer a consideração do investimento. O jogo custando 70 dólares, ou 350 reais, digital não ajudava em nada.


Bom, hoje mais cedo, o homem mais maravilhoso da face da Terra, Eiji Aonuma, fez uma apresentação demonstrando o jogo em ação, não só confirmando que o desenvolvimento está concluído, como também mostrando o que podemos esperar, no geral. 

Para quem está curioso, mas não está a fim de ver o vídeo todo, Aonuma entra em detalhes quanto às habilidades às quais o Link terá acesso, além de explicar que o mundo da superfície tem algumas diferenças, enquanto que a parte mais valiosa, ao menos por enquanto, será as Ilhas do Céu.
Justo dizer que essas habilidades do Link são interessantes, justamente por elas parecerem ter sido inspiradas por diversas estratégias que os jogadores desenvolveram enquanto jogavam Breath of the Wild. Não, sério!

Checa aí: 


Bom, aqui está o nosso gancho, aparentemente. TotK finalmente começou a ficar bem interessante!

Tears of the Kingdom vai lançar apenas para o Nintendo Switch no dia 12 de Maio de 2023. Modelos especiais do Switch OLED, Pro Controller e um estojo de carregamento serão lançados em datas próximas, também.


Fonte

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2023

Nintendo Direct - Novo trailer de Tears of the Kingdom + Jogos de GBC adicionados ao NSO

 No Direct desta noite, a Nintendo fez diversos anúncios interessantes, alguns deles pequenos, outros enormes. 

Vamos começar com o mais empolgante, e partimos para os peculiares, hã?

 

1. Jogos de GB, GBC e GBA entraram no NSO

Uma das melhores surpresas foi a adição de jogos da família Game Boy para o Nintendo Switch Online, se juntando a sistemas como o NES, SNES, N64 e Mega Drive.


Obviamente, tivemos dois jogos de Zelda já lançados: o Link's Awakening DX, de GBC, e The Minish Cap de GBA, com a promessa de que a série Oracle será lançada no futuro.  

Os jogos de GB e GBC estão disponíveis para todos os assinantes do Nintendo Switch Online, enquanto os de GBA são exclusivos daqueles que assinam o NSO + Expansion Pack.


2. Novo trailer, imagens e detalhes sobre Tears of the Kingdom

A apresentação foi finalizada com mais detalhes sobre Tears of the Kingdom, incluindo um novo trailer, que você pode ver abaixo:


Além disso, foi confirmado o lançamento de um novo amiibo, além da existência de uma edição de colecionador do jogo. 


O jogo já está disponível para pré-venda, pelo valor de R$358,00 na eShop, embora seja crível que edições físicas sejam lançadas no Brasil em breve.

O lançamento é no dia 12 de Maio. 

https://twitter.com/NintendoAmerica/status/1623453674914848768


Fonte: NINTENDO

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023

Tears of the Kingdom: Jogo é o primeiro da Nintendo a custar 70 dólares (~350 reais)


 

De acordo com fontes, e uma breve listagem na eShop, The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom parece ter tido seu preço revelado, e, bem, não é bonito.

Seguindo padrões atuais da indústria de jogos, o título será o primeiro publicado pela Nintendo a custar US$69,99, ou o valor aproximado de R$357,99 (indo de acordo com o atual valor do dólar perante o real). 

A listagem parece ter sido removida da eShop, e a empresa não fez nenhum comentário oficial a respeito do preço (embora não há motivo para acreditar que eles tentarão justificá-lo).

A revelação acontece cerca de um dia antes de um novo Nintendo Direct, que está marcado para as 19:00, horário de Brasília, do dia 8 de Fevereiro de 2023. Então, é provável que saberemos mais do título hoje à noite, além de alguns outros.


The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom está marcado para sair no dia 12 de Maio de 2023, somente para o Nintendo Switch.


Fonte: Universo Nintendo

terça-feira, 3 de janeiro de 2023

Discussões - Ideias para o futuro de Zelda

2022 foi um ano importante para Zelda. Muito importante, até. E, não, não foi porque a sequência de Breath of the Wild finalmente teve um título revelado, ou uma data de lançamento anunciada.
Na verdade, foi um ano importante porque, pela primeira vez em muito tempo, não houve um único lançamento ou revelação de um novo título.

Pode parecer estranho à primeira vista, mas a série Zelda teve um total de seis jogos nos últimos cinco anos, só pro Switch, e, mesmo que se tratasse de um relançamento, um ou dois remakes, e dois títulos realmente novos, o fato é que, pelo menos pra mim, a franquia estava ficando cansada. A ideia de ter um novo Zelda a todo ano pode parecer empolgante, sim, mas o que ela realmente significa é que você terá de lidar com um título novo o tempo todo, o que pode ser cansativo e chato, depois de um tempo.

Então, com um ano inteiro servindo apenas para que todos pudessem relaxar, com um ou dois grandes anúncios de Tears of the Kingdom no meio, me parece que chegou a hora de especularmos quais devem ser os próximos passos de Zelda. 

Pra resumir praqueles que não tem tempo de ler tudo e querem uma ideia rápida do que vamos falar aqui, eu vou falar sobre uma ideia para remakes, falar de um Zelda tradicional novo, meu desejo insuportável de um Hyrule Warriors 2, e de uma falta que eu venho sentindo com Tears of the Kingdom. Então, sem mais delongas, vamos lá!


1. Remakes da série Oracle no mesmo formato de Link's Awakening no Switch

Acho que deixei claro meus problemas com o Link's Awakening do Switch. Apesar dos excelentes visuais, e das pequenas adições feitas ao jogo como um todo (mais pedaços de coração, mais conchas secretas, a adição daquele criador de calabouços), o preço cheio de R$300,00 digital é uma baita facada que é difícil de aceitar. 

Dito isso, acho que todos podemos concordar que há a fundação para um estilo excelente de Zelda aqui. Na verdade, os visuais de Link's Awakening, que mais parecem brinquedos de plástico, funciona perfeitamente como uma versão em HD dos Zeldas do Game Boy Color. 




 

terça-feira, 13 de setembro de 2022

The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom ganha trailer e data de lançamento

Depois de TRÊS ANOS sem a menor ideia do que ia se chamar, e sem nem saber QUANDO ia lançar, a sequência de Breath of the Wild, finalmente tem nome e data de lançamento!

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A última coisa a ser apresentada no último Nintendo Direct, The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom está programado para lançar no dia 12 de Maio de 2023. Você pode checar um novo trailer do jogo logo abaixo:

 

A boxart do jogo também foi revelada, usando aquela imagem maravilhosa que você viu lá em cima! Eis como ela parece:

Fonte

Apesar de empolgante, ainda é surpreendente como muitos fãs já começaram a imaginar novas teorias considerando a iconografia do jogo, e os vários minúsculos detalhes apresentados no último trailer.

Só lembrando: o jogo só sai em 2023!