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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

The Legend of Zelda: Four Swords Anniversary Edition - Impressões gerais



Enquanto eu adoraria fazer uma análise completa do jogo e tudo mais (coisa que eu admito desejar há anos), sendo imparcial e analisando todos os aspectos com calma e dedicação, a natureza de tempo limitado que Four Swords AE tem me obriga a fazer algo rápido. Isso e eu me vejo proibido de fazer uma análise já que não tenho conhecimento de como é o jogo na forma que ele foi planejado: no multiplayer. Então, bem, espero que isso dê, pelo menos por enquanto...

Vamos lá... Ontem, eu, assim como muitos outros, finalmente tive a chance de experimentar o Four Swords, um dos jogos mais difíceis da série Zelda de se jogar. Não por causa de controle, não por causa da dificuldade, mas por ser simplesmente impossível acessar o jogo sem ser com mais três pessoas querendo jogá-lo com você. Era um jogo exclusivamente multiplayer, e que era originalmente exclusivo do GBA.
Isso foi até 2011, quando a Nintendo liberou o jogo de graça no DSi e na eShop do 3DS. O jogo se manteve lá até Fevereiro de 2012, quando foi retirado.

Ontem, por algum milagre do destino (e sob a desculpa de que era por causa do sucesso de A Link Between Worlds), a Nintendo disponibilizou o download novamente do jogo, dessa vez, de novo, até Fevereiro.

Então, chega de história, vamos falar do jogo, depois da quebra!

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Desenvolvendo temas - Pós-apocalipse em Zelda

Olha, os fãs de Zelda são um tipo interessante de lidar, e são completamente avessos a muitas mudanças que podem ocorrer com a série. Ideias de jogos em steampunk, tempos modernos ou até mesmo futuristas são abominadas por muitos de nós; e, até certo ponto, isso é justificável. Uma aura “mágica” pode muito bem passar a ser vista como “tecnológica” se nós fizermos alterações no período de uma história. Não sei se é por ironia, ou por acaso que os rumores que mais chamam atenção, e acabam sendo os mais polêmicos, geralmente querem mudar o período histórico do jogo e coloca-lo em premissas completamente diferentes das quais nós estamos acostumados.
Dos rumores que nós temos nessa imensa gaveta de “rumores que assustaram quase todo mundo”, um deles, que surgiu em 2007, conseguiu chamar a nossa atenção e, por motivos mais do que óbvios, veio parar nessa coluna. Nós estamos ainda no período pré-Skyward Sword, ainda quando Twilight Princess era novidade. Phantom Hourglass chegaria ainda naquele ano, e tudo ficaria lindo. Foi então, que, naquele fatídico primeiro de abril (que é temido por todos os fãs do entretenimento), um certo site de videogames liberou um vídeo muito do estranho falando sobre as primeiras novidades do primeiro Zelda para Wii.

Mais uma vez, me vejo obrigado a agradecer ao site Zelda Universe e aos autores de sua coluna “25 years in 25 days”, por terem me levado a descobrir esse vídeo e seu conteúdo. O rumor da vez não apresentava algo realmente “original”, e nem falava sobre possibilidades steampunk, ou algo sobre um protagonista pirado nem nada disso. Na verdade, o tema é relativamente clichê até. Caso você esteja curioso, assista o vídeo logo abaixo:

   

Eu originalmente escrevi esse texto para ser uma das edições do “Melhores rumores de Zelda”, talvez vocês ainda encontrem algumas relíquias disso aqui, mas, depois de rever o vídeo acima, eu percebi que não tinha nada a ver com o que eu escrevi. Então, pra não jogar uma manhã de trabalho fora, decidi reaproveitar e trazer pra cá. Até porque, esse é um tema interessante pra discussão...

Então, nessa coluna, nós vamos explorar diferentes tipos de temas de narração, fazer uma análise sintética e ver se ditos temas caberiam em Zelda, ou não. Bom, sem mais delongas, comecemos depois da quebra.

sábado, 11 de janeiro de 2014

Jogos Zeldásticos! #2 - Pandora's Tower (Wii)


Quem aqui gosta de Majora’s Mask? Todo mundo, né? Pois então eu acho que vocês vão adorar um certo joguinho, que é o que falaremos na coluna de hoje. Estão prontos? Que bom, porque lá vamos nós!

Em 2011, foram lançados três jogos exclusivos pro Wii, que acabaram sendo nomeados como os três J-RPG’s que todo mundo sempre quis. O negócio, foram lançados exclusivamente pro Japão. Depois de uma imensa novela, que contou até mesmo com chuva, os três jogos foram localizados aqui nas Américas (e na Europa também, mas eu não conto a Europa porque eles já tem coisas bonitas demais! *inveja*). O primeiro a ser localizado foi só a segunda melhor coisa do mundo, o segundo jogo foi bem fraquinho (pra não dizer ruim), e tivemos o terceiro e menos popular dos três, que é a pérola que falaremos hoje.


terça-feira, 7 de janeiro de 2014

História - A Link to the Past: Parte 1 (Light World)

"Me ajude, por favor me ajude...

Eu estou presa na masmorra do castelo...
Meu nome é Zelda...
O mago Agahnim me aprisionou aqui e fez algo terrível com as outras garotas,
Agora só há a mim...

Agahnim tomou controle do castelo e agora está tentando abrir o selo dos sábios.
Eu estou na masmorra do castelo...
Por favor, me ajude..."

Com essas palavras, Link acordava de seu sono em uma madrugada chuvosa e escura. Ainda atordoado, ele percebeu um homem na mesa ao lado da cama, de cabelos curtos e escuros, e um bigode ousado e destemido; era seu tio, equipando-se com uma espada e escudo. Quando notou que Link acordara, o tio falou-lhe, evitando olhar para ele:

"Link, eu vou dar uma saída, mas você não precisa se preocupar. Estarei de volta pela manhã, mas não quero você saindo da casa até lá... Volte pra cama, e espere meu retorno.", disse ele, saindo logo ao terminar sua frase, armado, para o lado de fora.



O jovem tentou voltar a dormir, mas o tempo passou e a voz misteriosa retornava.
"Por favor me ajude"

DdUdH: Porque Hyrule Warriors é importante para a série Zelda?

O anúncio de Hyrule Warriors fez várias pessoas virarem o pescoço, e várias delas completaram a tarefa torcendo o nariz.

Como (quase) todo anúncio de jogo, muita gente já saiu por aí condenando, dizendo que a série está perdida, que a Nintendo não sabe mais o que está fazendo, que o estilo artístico é horrível, que os controles serão péssimos e que nunca vai se equiparar a [insira Zelda da moda aqui].
Ainda não conhece o jogo? Confira o trailer logo abaixo, então!



Pois é... Mas isso aqui já aconteceu tantas vezes que, pra mim ao menos, é praxe e perdeu a graça há muito tempo.
O negócio é que eu vejo o porque de tantas pessoas estarem preocupadas com Hyrule Warriors, e porque acham perigoso trilhar esse caminho. Então, para acalmar os ânimos, eu decidi escrever essa pequena lista de motivos, explicando porque esse NÃO é o fim do mundo, e porque vocês deveriam aceitar que o jogo existe (não necessariamente gostar dele), ao invés de amarrá-lo em um barco e executar um funeral viking antes mesmo dele lançar.


sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Jogos Zeldásticos! #1 - Monster Hunter 3 Ultimate (Wii U/3DS)

Ah... Nada melhor do que começar nosso período de aniversário com uma coluna nova e amigável. Primeiramente, deixem-me introduzi-la.
Nesta coluna com o terrível nome "Jogos Zeldásticos", eu vou falar a vocês de jogos que, se não parecerem Zelda, ainda sim são dignos de sua atenção.

Por favor, leve em mente que, aqui, estarei falando de jogos de aventura e ação, talvez alguns de quebra-cabeça, RPG's mas não se afastando muito disso. E, quando eu digo falar, eu quero dizer fazer uma análise breve do jogo e dizer porque fãs de Zelda iriam gostar dele.

Pois bem, vamos começar!