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sexta-feira, 11 de setembro de 2026

DISCUSSÕES - O remake de Ocarina of Time não parece IA, você que está mal acostumado

Eu odeio IA Generativa. 

Totalmente. 

E não estou exagerando. 

ChatGPT, Sora, Gemini, Meta, e seja lá que porcaria mais tenha por aí, eu não sei, e eu realmente ODEIO. 

Vai bem além das questões éticas de como esses programas acessam informação e a redistribuem, de como geram imagens e vídeos por meio de "roubos", e de quantos recursos precisam para fazer tantas coisas assim. Tudo isso é bem ruim, de verdade. Mas o que mais me enoja é o quanto eles conseguem afetar e efetivamente EMBURRECER os desavisados.

Talvez o fato de eu ser um artista, indo além desse blog, tenha algo a ver com isso, mas eu lembro quando me disseram que essa nova tecnologia existia e do que era capaz de fazer. Na época, eu disse que aquilo seria "a morte da criatividade humana", porque, afinal, pra que pensar e se esforçar para tornar ideias uma realidade, quando você pode só pedir pro seu robozinho dos infernos fazer pra você sem custo, sem esforço, sem nada?

Tempos depois, começaram a surgir com mais e mais força programas capazes de gerar imagens com apenas um comando. E não geravam uma ou duas... Eram dezenas delas. Pior ainda, elas começavam péssimas, mas foram ficando cada vez mais cuidadosas em detalhes com o passar do tempo, removendo os braços e dedos a mais, cada vez mais ajustadas, cada vez mais indetectáveis. Enquanto ainda dá pra reconhecer muitas delas como feitas por um robô sem nenhuma ética que não a da empresa por trás dela (mais porque a maioria das pessoas que insistem nessas porcarias simplesmente não tem a menor preocupação em esconder isso, acham que estão abafando do mesmo jeito), é fato que muito o que vemos e consumimos na internet é feito por IA.

Não vou entediar você com mais detalhes. Você já sabe, e com certeza já tem sua própria opinião nesse debate. 


O que quero argumentar aqui é que o meu anúncio favorito dos últimos meses, aquele remake delicioso de Ocarina of Time, caiu dentro dessa história com muitos acusando os desenvolvedores de usarem IA para aumentar a fidelidade gráfica, e deixarem por isso mesmo.

Toda vez que temos um Zelda com um estilo artístico diferente, é a mesma ladainha. É assim desde o Wind Waker. 

Visual novo = ruim.

Visual do jogo anterior = bom.

Em outras notícias, a água molha, o céu é azul, e as pessoas estão mais estressadas do que nunca. Grande coisa.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

Discussões - Mais coisas que quero em Breath of the Wild 2

Uns anos atrás, eu escrevi um artigo curto falando de coisas que eu gostaria de ver no Zelda que sucederia Breath of the Wild, e, para isso, eu considerei não só as mecânicas e ideias que esse jogo trouxe para a franquia, como também um pouco de tudo o mais que já vimos aparecer no território de Hyrule.

Desde então, foi anunciado que o próximo grande projeto da equipe de Zelda nada mais é do que uma sequência do clássico de 2017. Muita gente ficou empolgada, e, mesmo nesse momento, em que ainda não sabemos quase nada do jogo (ao menos no momento em que escrevo esse artigo), existe muita especulação a respeito de tudo o que vamos ver. 

Pessoalmente, existem alguns fatores que me deixam empolgado, mas, eu não perdi a cabeça como muitas pessoas. Na verdade, apesar de ter sido pego de surpresa, minha maior reação foi coçar a cabeça e perguntar "Mas... Como eles vão expandir o original?".

Essa acaba sendo a maior pergunta quando vemos uma sequência direta em uma série que é praticamente antológica. Ora, em antologias, é normal sair da zona de conforto e tentar coisas novas - coisa que Zelda nunca teve medo de fazer. Mas, numa sequência, é preciso não só trazer novas ideias, como recolocar ideias anteriores e, se possível, expandir-se sobre elas. 

Então, com tudo isso em mente, eu decidi listar aqui algumas ideias que eu acho que seriam bacanas de se ter no ainda não nomeado "Breath of the Wild 2". 

Talvez não preciso dizer isso, mas, essa lista pode conter alguns spoilers de  Breath of the Wild e um pouquinho de Hyrule Warriors: Age of Calamity.

1. Manter as armas quebráveis

 


Vamos começando logo com o que vai ser, provavelmente, a ideia mais polêmica dessa lista. Muitas pessoas ficaram descontentes com as armas serem quebráveis em Breath of the Wild. Mais do que isso, muitos reclamaram não só que elas quebravam, mas, que elas o faziam rápido demais!

Olha, eu entendo a frustração, ainda mais em uma série como Zelda que, desde os primórdios, evitava mecânicas como essa, sem contar casos especiais. No entanto, acredito que o sistema de armas que Breath of the Wild dispõe não só é uma boa pegada, como também abre muito espaço para experimentação e improviso - especialmente improviso. 

Enquanto é verdade que você não tem muito tempo para aproveitar sua arma favorita, o fato de que as armas quebram significa, também, que você precisa se adaptar ao mundo ao seu redor. Não só isso, como o jogo é muito generoso com armas, as quais você pode pegar em praticamente qualquer lugar. Elas são prêmios constantes para sua exploração, e, se você souber se mexer, nem só pode encontrar várias delas, como nem precisará usá-las na maior parte do tempo! 

Dito isso, eu creio que há, sim, uma maneira de melhorar nesse aspecto. A primeira ideia que veio à mente, pra mim, foi a de aumentar um pouco a durabilidade das armas, ao mesmo tempo em que se reduz a sua disponibilidade. 

O motivo para eu querer manter essa mecânica é simplesmente por bem ao improviso que ela abre. Não só isso, como também dá ao jogador um motivo para estar em constante busca por armas novas. Putz, se elas não quebrassem, porque deveriam haver diferentes armas? Se é assim, não é tão diferente de simplesmente ficar com a espada do começo ao fim.


Armas quebráveis significam adaptação, e isso é um fator muito importante para que Breath of the Wild seja Breath of the Wild!

domingo, 17 de janeiro de 2021

Teorias - A batalha da Citadela de Akkala

Esta postagem contém informações especulativas quanto a elementos de Breath of the Wild, e alguns spoilers de Hyrule Warriors: Age of Calamity.

 

Breath of the Wild tem um dos mundos mais empolgantes já apresentados por videogames. OK, talvez isso seja um exagero, mas, acho que podemos concordar que o mundo do jogo seja um dos mais empolgantes dentro de Zelda. Mas, ter um mundo empolgante é um padrão, e um bem estabelecido pela série já tem um tempo. 

Agora, outro ponto que alguns jogos de Zelda têm feito, e feito bem, é mostrar lugares e ruínas que, no fundo, parecem ter uma história para contar, e a natureza dessa história, na maioria das vezes, tem algo trágico, ou misterioso, em seu desfecho. 

Não sei dizer quando foi, exatamente, que esse tipo de coisa começou a aparecer de verdade em Zelda (embora tenha minhas suspeitas de que o culpado disso é justamente o Majora's Mask), nem importa muito, honestamente. O que IMPORTA, de fato, é que Breath of the Wild tem um mundo cheio de ruínas e lugares que, embora estivessem em seu melhor momento 100 anos antes, certamente estavam passando por maus bocados quando você chega para explorá-los.

É natural que seja o caso, já que Hyrule sofreu com uma grande Calamidade, e vem tendo de lidar com as constantes ameaças provindas dela. 

Como resultado, a Hyrule em Breath of the Wild está cheia de lugares que, no passado, eram cheios de vida e esperança, habitados por pessoas felizes, e que levavam a vida como podiam, só para ter tudo o que conheciam ser destruído por armas que, achavam eles, foram construídas para ajudá-los. 

Embora existam inúmeras ruínas espalhadas na região central de Hyrule, as mais interessantes parecem estar na região leste, uma das quais é a Citadela de Akkala.


A coisa mais interessante do lugar é justamente a sua aparência. Isolada no topo de uma montanha, a citadela é uma grande concentração vertical, quase que completamente localizada por dentro de um forte, e cujo único acesso é uma ponte que, no momento em que você a encontra no jogo, está destruída.


Falando com alguns viajantes que exploram aquela região de Akkala, você ouvirá que a citadela foi o palco para uma batalha cruel e violenta, um dos últimos lugares que tentou resistir à chegada da Calamidade, antes de acabar sucumbindo a ela. 

Apesar de não haver detalhes quanto à batalha, é possível especular um pouco sobre como as coisas ocorreram, quem participou, e, mais importante, o que levou a citadela a cair. 

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

Discussões: O remake de Link's Awakening não foi tão bom assim



2019 foi um ano curioso pra Zelda.
Por um lado, tivemos um remake que muita gente estava praticamente implorando pra acontecer.
Por outro lado, tivemos um jogo que literalmente NINGUÉM pediu pra acontecer.

Ambos os jogos foram bem recebidos pela crítica, e todo mundo está feliz com esse ano que passou.
Mas, as coisas não estariam assim tão açucaradas e fofas se eu não estivesse aqui escrevendo esse artigo, certo? Mais ou menos.

Apesar de os dois jogos terem sido bem recebidos pela crítica, é notável que um deles acabou causando uma certa comoção não só dentre fãs de Zelda, mas, de jogadores em geral, talvez por se tratar de um jogo custo, sendo vendido a um preço alto, e cujo método de aproximação era simplesmente próximo demais daquilo que ele estava tentando replicar.

Tá, ficou óbvio que eu tô falando do Link's Awakening, mas, tem um motivo pra isso.

Cadence of Hyrule é um jogo bem curioso, certamente não feito pra todo mundo, e que tem uma estrutura que preza partidas repetidas ao invés de uma só partida mais desenvolvida (como é o caso tradicional de Zelda).
Eu gostei bastante de CoH, mesmo tendo enjoado do jogo relativamente rápido. Na verdade, eu nem teria mais tocado nele se não fosse a atualização que trouxe um modo mais próximo do estilo de Crypt of the NecroDancer, e a habilidade de jogar com o vilão em uma versão alternativa da história.

Então, se é assim, porque eu pareço estar mais negativo em relação ao Link's Awakening, um jogo que tem uma estrutura mais tradicional, que já era esperado de ser um grande sucesso tanto de crítica quanto de vendas (e acabou sendo as duas coisas), e que foi feito para ser um título perfeitamente adequado dentro de Zelda?
Eu não sei se posso responder pelas outras pessoas que vi em redes sociais soltando comentários menos positivos quanto ao jogo, mas, eu sei porque EU tenho menos apreço por Link's Awakening do que por Cadence of Hyrule.

Isso vai parecer louco, mas, lá vai.

O maior problema do remake de Link's Awakening é que ele é um remake, nada mais.

domingo, 30 de junho de 2019

Cadence of Hyrule - Análise

Nota: esta análise contém spoilers do conteúdo do jogo!


Dizer que Cadence of Hyrule foi uma surpresa seria um eufemismo. Na verdade, até imaginar que um jogo assim poderia ser feito só não era menos provável do que ver porcos voando.

Então, vivemos em um tempo muito estranho para Zelda… Muito estranho, mas, maravilhoso, mesmo assim. Um mundo onde Zelda é tema de Musou, onde as estruturas tradicionais estão sendo abaladas, e onde fãs da série agora dominam, de certa forma.

Talvez tão curioso quanto o anúncio do jogo foi sua inacreditável falta de detalhes, até um lançamento abrupto essa semana. Quer dizer, tivemos ainda dois dias para preparar a carteira, mas, ainda assim, não é lá tão diferente de ter o jogo sendo lançado de surpresa. Por mais confuso que tenha sido esse período pré-lançamento, me pareceu que tudo funcionou em prol do jogo.

Cadence of Hyrule - Crypt of the NecroDancer feat. The Legend of Zelda (ou CoH, como iremos nos referir a ele) é uma daquelas boas surpresas que aparecem de vez em quando na indústria de jogos. Um claro trabalho de amor, desenhado de maneira que seja intuitivo e que receba bem novatos de ambas as partes, mas, com detalhes e elementos que irão agradar mais aos fãs mais fervorosos.

Antes de entrar em mais detalhes, eu gostaria de deixar uma coisa muito clara aqui: este não é bem um jogo de Zelda. Na verdade, nem é um jogo de NecroDancer. Existem muitos elementos que apontam para uma feliz mistura dos dois, mas, se, por algum motivo, você não gosta de um ou de outro, você terá maior dificuldade em se ajustar, e em aproveitar o que está aqui. Caso você SEJA fã de algum deles, aí já ajuda bastante: basta estar preparado para lidar com os pontos que falam mais com o outro lado.

domingo, 28 de abril de 2019

Discussões - Os erros de Skyward Sword


O Link, depois de ouvir meu plano de escrever este artigo.
 
Há alguns anos, eu escrevi um artigo chamado “Os acertos de Skyward Sword”, no qual, como o nome indica, eu observava os pontos fortes do jogo de Wii, ao mesmo tempo em que tentava rebater diferentes argumentos que eram usados contra ele.

Antes de mais nada, eu gostaria só de ressaltar que eu ainda gosto do Skyward Sword. Continua sendo um título bem forte dentro de Zelda, com seu estilo e estrutura únicas servindo para fortalecê-lo. Como eu disse à época, esse foi o primeiro Zelda 3D a tentar fugir da estrutura estabelecida por Ocarina of Time e, por consequência, a estrutura de A Link to the Past, praticamente desde o lançamento de Majora’s Mask, onze anos antes.

Sim, eu gosto MUITO de Skyward Sword. No entanto, e isso é uma coisa que todos nós aprendemos a lidar, à medida em que vamos amadurecendo, enquanto nós amamos as coisas, é preciso também reconhecer suas faltas. Disso, podem sair duas coisas: ou o seu amor pelo positivo fica ainda mais forte, ou você descobre que não era bem amor, mas, sim, outra coisa.

Não vou ficar aqui filosofando quando eu podia estar falando sobre UM JOGUINHO ONDE VOCÊ BALANÇA A ESPADA COM SEU CONTROLE!

Então… Vamos falar sobre o porquê de eu estar escrevendo esse artigo pra começo de conversa.


sábado, 2 de fevereiro de 2019

Contando uma experiência - Redescobrindo Spirit Tracks



Eu não jogava Spirit Tracks há mais de seis anos... Basicamente, desde que consegui o meu 3DS. Pior ainda: mesmo com o passar dos anos, a ideia de pegá-lo de novo nunca teve muito apelo. Eu gostava do jogo, me diverti bastante com ele e, enquanto pude, o terminei pelo menos umas três vezes.
Algumas partes do jogo vinham à mente com certa frequência: a trilha sonora, a estrutura, carregar passageiros e carga de ponto A a ponto B...

A saudade até que bateu quando o jogo deu origem a uma fase em Super Smash Bros. for 3DS, mas, ainda assim, não era nada o suficiente para me fazer ir atrás do jogo, de novo.

Foi somente quando um desconto foi ofertado pelo My Nintendo que eu ousei pensar de novo em pegar Spirit Tracks. O jogo, que está na eShop do Wii U há alguns anos, me pareceu bem atraente de novo, e mais ainda por conta da fase de Smash ter ganhado uma versão em HD em Super Smash Bros. Ultimate.

Beleza, comprei o jogo, baixei e comecei a jogar de novo. E, embora ainda não tenha terminado-o novamente, acredito que me lembrei das coisas boas e das coisas ruins.

sábado, 12 de janeiro de 2019

Discussões: Precisamos falar sobre o Nintendo Switch Online



Juntar as palavras "Nintendo" e "online" é uma tarefa bem chatinha de se realizar sem criar uma frase que não inclua as expressões "insatisfatório", "deixa a desejar", e mais coisas que tenham a ver com decepção.
Apesar de ter ocorrido uma melhora interessante durante a última geração - com um método simples e fácil de compreender - a aproximação da gigante japonesa em relação a um serviço online pago - que tomou a forma de seu Nintendo Switch Online - não só é obtusa como é algo feito com claro desinteresse em observar o que já foi feito pelo mercado, e adaptar tais métodos de maneira apropriada, e comercialmente justa.

Só uma coisa que direi de antemão: eu mesmo não tenho uma assinatura nesse serviço. Pelos motivos que direi a seguir, acho que é algo desinteressante e com pouquíssimos atrativos de peso - para não dizer nenhum.

sexta-feira, 9 de março de 2018

Discussões - Quatro coisas que quero no próximo Smash

Eu comecei a escrever esse artigo na época em que um Smash Bros. para Switch ainda era rumor!
Agora, no entanto, há mesmo um jogo vindo para o sistema.
Por isso, vamos sentar aqui e listar quatro coisas que seriam ótimas em um próximo Smash e, dessa vez, irei focar em bem mais do que apenas personagens.

Então, vamos começar!

1. Mais Personagens das séries clássicas



Eu entendo que há sempre novos personagens em cada nova interação do Smash Bros.; também entendo que há uma grande demanda sempre por novos personagens, e que tal demanda por vezes não é cumprida mais por questões de tempo e esforço.
O que eu não entendo é porque algumas séries continuam com a mesma representação de sempre, e não evoluem daí. Do que estou falando? Talvez do fato de que franquias como Metroid, F-Zero e Wario continuam tendo apenas um representante, praticamente desde o primeiro jogo, Zelda e Kirby, que estão dentre os carros-chefes da Nintendo, continuam com o mesmo time praticamente desde Melee e Brawl (embora o Toon Link seja diferente o suficiente para merecer o seu lugar, mas, ainda assim), e algumas séries até perderam membros durante os anos, como Star Fox e Mother (que reganhou um membro via DLC).



Ao mesmo tempo, no entanto, a franquia Fire Emblem ganhou tantos personagens em apenas um jogo, que foi francamente ridículo (Robin, Lucina, Corrin, até o Roy retornou via DLC!).
Tipo, meu argumento é simples: as franquias maiores da Nintendo certamente merecem o mesmo amor! Por que não adicionar mais personagens de Metroid (que vai bem além de somente o Ridley!), cadê as outras raças de Zelda, cada uma tendo vários fãs (se a Sheik, que basicamente só apareceu em um jogo, aparece em Smash, porque não outros personagens?), há mais corredores no circuito F-Zero que só o Capitão Falcon, os membros do time Star Fox são diversos o suficiente para terem diferentes movimentos e habilidades, também, sabia?!

Vou deixar bem claro: eu não odeio os personagens que foram adicionados no último jogo, mas, a falta de representação em séries bem grandes e aclamadas certamente fez falta... Muita falta...


quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Discussões: Como seria um Zelda Mobile?

Durante a reunião de investidores que aconteceu ontem à noite, a Nintendo soltou algumas notícias bem bombásticas, incluindo não só um mês de lançamento para o muito esperado serviço online do Nintendo Switch, como também notícias de um Mario Kart feito para plataformas mobile, celulares, em outras palavras.
Apesar de não ser a primeira vez que veremos uma franquia da Nintendo aparecendo na App Store / Google Play, o anúncio de Mario Kart Tour (como essa versão do jogo será chamada) certamente chamou atenção, em especial depois da performance relativamente forte de Pokémon GO, Super Mario Run, Animal Crossing: Pocket Camp e Fire Emblem Heroes (e um pouquinho do Miitomo).

Com todas essas franquias aparecendo no mercado mobile, e, ainda por cima, sendo bem recebidas tanto por críticos quanto por consumidores (ao menos de acordo com o que pude ver), e lembrando daquele rumor que circulou meses atrás sobre um possível jogo de Zelda para esse mercado, não pude deixar de me perguntar se a série Zelda realmente teria potencial para ser lançada a este mercado, e, se ela tivesse, quais seriam as possibilidades aqui.

sábado, 27 de janeiro de 2018

Top Zelda - Os cinco melhores jogos para novos jogadores

Algo que percebi nos últimos dias é que eu passo muito tempo falando sobre Zelda. Na verdade, as conversas mais comuns que estão ao meu alcance nas redes sociais, quando se fala de Zelda, isto é, geralmente já vêm de pessoas que já são fãs da franquia, ou que são fãs de algum jogo em particular.
Acabei notando que não há muita conversa relacionada a como introduzir Zelda a novos fãs, ou até mesmo quais seriam os melhores jogos para introduzir a franquia como um todo.

Bom, somei um com um, e cheguei à conclusão que bem que poderíamos aproveitar que estamos em um blog que fala quase que exclusivamente de Zelda para listar alguns títulos que seriam ótimos para qualquer um que tenha interesse em começar a jogar a franquia, mas, que ainda não sabe exatamente por onde começar.

Esse é o Link depois que eu conversei com ele sobre essa lista. Ele não disse nada, mas, eu acho que ele gostou. A Fi, por outro lado...

Como sempre, no entanto, eu vou apontar algumas condições para que um jogo seja candidato a entrar nesta lista:
  1. Não pode ser um spin-off, justamente por não ser algo que reflete o que a franquia é (ou seja, sem Hyrule Warriors, sem jogos do Tingle, e sem jogos de tiro)
  2. Jogos do mesmo estilo podem aparecer mais de uma vez (Link's Awakening e Oracle of Seasons, que tem o mesmo estilo gráfico, e de jogabilidade, por exemplo)
  3. O jogo não precisa ser necessariamente fácil, nem difícil! Os que aparecem nessa lista apenas precisam refletir de maneira fiel tudo o que a série representa como um todo.
Eu sei que isso tudo parece um tanto arbitrário, e um tanto solto, ao mesmo tempo, mas, confiem em mim! Vai fazer sentido. Vamos à lista!!

terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Contando uma experiência - Quando Ocarina of Time me deixou com medo até da minha sombra

Eu gostaria de deixar uma coisa clara logo de cara: eu sempre fui tão corajoso quanto um gatinho assustado. Qualquer coisinha de terror, até mesmo a menor delas, já me deixava aterrorizado o suficiente para ficar noites em claro. Além do clássico medo do escuro, eu lembro que tinha medo até de coisas que não tinham sido feitas para assustar. Me lembro até de um jogo educativo, acho que era um "Teo e o Bicho-Papão" ou algo assim, que, quando eu joguei, eu precisei fazer um forte de travesseiros toda noite pra TENTAR dormir, e isso durou meses... É, eu não era nada corajoso.
Daí, quando eu joguei a jogar Zelda pela primeira vez, especificamente o Ocarina of Time, tudo parecia lindo e divertido... Até eu descobrir que o jogo tinha um desejo doente em me fazer tão aterrorizado quanto possível.

Foi com essas lembranças me acertando em cheio durante o final de semana que eu decidi compartilhar com vocês aqui algumas delas. E, como estamos falando de medo, vamos falar de algumas ocasiões em que Ocarina of Time me deixou mais aterrorizado do que essa pessoa:

OK... Talvez nem tanto... Sério cara, os ReDeads do Wind Waker são terríveis.


domingo, 14 de janeiro de 2018

O Pior de Hyrule - O incrível (terrível) tour do cemitério (que horrível!) do Dampé!

O que vai sair?
O que vai sair?

Acho que posso começar dizendo que isso é absoluta e terrivelmente nojento!

Ocarina of Time é um jogo relativamente amigável. Eu digo "relativamente" porque aquele jogo tem coisas que farão até mesmo o mais corajoso passar horríveis e longas noites em claro, pensando no maravilhoso rosto de madeira dos nossos sempre amigos, os ReDeads. Isso, é claro, se você não quiser falar das unhas vermelhas, e da boca sempre aberta do nosso outro grande amigo, Dead Hand.

Olha só como ele ficou feliz em ver o Link! Certamente ele tem muita coisa pra contar.

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Contando uma experiência - Ocarina of Time: O arquivo abandonado


Antes de começar, eu gostaria só de dizer que essa é uma postagem bem diferente daquilo que faço aqui no Hyrule Map. Diferente de um guia, ou de um artigo onde eu tento falar de coisas dentro do jogo, isso aqui é apenas uma experiência pela qual passei recentemente (leia-se: ontem) que envolve um jogo de Zelda! É, eu sei que não costumo fazer esse tipo de coisa aqui (posto coisas assim no meu blog pessoal, mesmo), mas, mesmo assim, achei que seria bacana compartilhar essa história com vocês. Eu não sei se vale escrever algo assim por aqui, então, bem, deixo esse julgamento com os nossos caros leitores!

COMO TUDO COMEÇOU...


Comprar uma cópia do Ocarina of Time original para ser jogada no meu Nintendo 64 era algo que estava em mente já fazia um tempo... Por mais estranho que isso possa parecer, eu apenas joguei essa versão em relançamentos (no GameCube, ou no 3DS, algumas vezes via emulador ou pelo Virtual Console); nunca no console para qual o jogo havia sido feito originalmente. Estranho para um cara que tem esse jogo como o seu favorito, eu sei!
Por isso mesmo, e aproveitando o fato de que Ocarina completará 20 anos em 2018, achei que este era o momento perfeito para finalmente pôr minhas mãos na versão original do jogo.
Apesar de não ter ido atrás de um cartucho dourado (especialmente porque os nojentos custam praticamente o dobro do preço do cartucho cinza), eu fiquei absolutamente estático quando o jogo finalmente chegou, e me coloquei para jogá-lo! Inclusive, e por algum motivo que eu ainda não conheço, acabei gravando todo o processo de tirar o cartucho do mar de proteção que eles colocam, então, se vocês quiserem, eu posso mandar o vídeo lá pro nosso canal.

Quando eu coloquei o jogo e o liguei (e senti um BANHO de alívio ao ver que funcionava), me surgiram três arquivos já ocupados do jogo, chamados "Link", "Yan" e "Sarah", respectivamente. Dei uma olhada dentro de cada um para ver o que eles tinham completado do jogo e, bom, o resultado foi interessante.
Yan tinha concluído o Water Temple, mas, já tinha parado ali. A Sarah, por algum motivo, havia parado logo depois de terminar a Inside the Great Deku Tree. O Link, por sua vez, tinha o jogo mais completo de todos, com dezenove corações, todos os medalhões, e uma partida aparentemente sem falhas.

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Discussões - O que deveria ser feito em um remake de Link's Awakening



Recentemente, alguns rumores começaram a apontar para um possível (e bem tardio) remake de Link's Awakening, lançado originalmente para o Game Boy em 1994, com um relançamento em cor, e com um pouquinho mais de conteúdo, lançado para o Game Boy Color em 1998.

Se esses rumores são verdadeiros ou não, ainda não podemos dizer. No entanto, como há um Nintendo Direct sendo preparado para esta quinta-feira (e isso NÃO é rumor, a própria Nintendo já comentou sua existência) (não há um Nintendo Direct vindo para essa quinta-feira, mas alguém fez uma conta falsa no Twitter pra dizer que tinha... Oops!), esse é um período simplesmente lindo para se divertir com algumas especulações. Mesmo que nada disso se torne realidade, não custa nada sonhar, não é mesmo? Pelo menos até a nossa sociedade se tornar distópica e começar a caçar pessoas por seus sonhos... Aí vai ferrar tudo de vez.

Que seja! Com este breve artigo, eu quero apenas dar algumas ideias do que poderia ser feito nesse possível remake, ou reimaginação, do Link's Awakening! Então, sem mais delongas, vamos começar!


sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Top Zelda - Os 10 melhores calabouços

Por muito tempo, uma das características mais marcantes de Zelda era a enorme qualidade de seus calabouços, pontos de interesse no jogo que continham não só uma nova ferramenta a ser inclusa no arsenal do herói, como também um item de extrema importância para a trama como um todo.
De hookshots a medalhões, esses eram lugares que testavam a habilidade dos jogadores de diversas maneiras, seja sua agilidade e força em combates, seja seu intelecto e paciência em quebra-cabeças diversos.

Mas, o que faz um calabouço em Zelda ser realmente bom?
A resposta para essa pergunta varia de pessoa para pessoa, mas, na minha singela opinião, um bom calabouço precisa de um bom tema, variedade, atmosfera e um pouco de desafio. Dito tudo isso, os chefes e minichefes, que também são partes chaves dos calabouços, não são exatamente pontos que levo em consideração, visto que há calabouços MUITO bons com chefes péssimos, e calabouços bem fracos, com chefes ótimos.
Todos esses são elementos que levei em conta para bolar uma lista com os dez melhores calabouços de toda a série, seja de jogos 2D ou 3D. Ah, e antes que eu esqueça, essa lista estará cheia de spoilers de vários jogos, leia por sua conta e risco!

Então, sem mais delongas, comecemos...!

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Discussões - Cinco coisas que quero no próximo Zelda

Link e dois companheiros correndo atrás do prêmio que eles ganharam por fazer parte de um jogo tão bom.
2017 foi um ano bem louco para a Nintendo no geral, em especial para fãs de Zelda, que tiveram uma das experiências mais limpas, divertidas e inacreditáveis dos últimos anos.
No entanto, mesmo que Breath of the Wild seja tudo isso e bem mais, agora que já se passaram nove meses desde seu lançamento, chegou a hora de sentarmos e refletirmos sobre o jogo como um todo, desconsiderando nossa empolgação pelo título... Sim, BotW (que é como o chamaremos para ganhar tempo) é um jogo absolutamente maravilhoso, tão importante para a franquia quanto o primeiro Zelda e Ocarina of Time foram em seus respectivos lançamentos, mas, chegou a hora de sermos honestos consigo mesmos: BotW deixou um MUNDO de oportunidades de lado; e não estou falando apenas de fan service.
Então, aproveitando esse período de seca de postagens, e até mesmo de informações a respeito do segundo DLC do jogo (que ainda não tem detalhes muito sólidos, apesar de ter sido anunciado há tanto tempo), listarei abaixo uma lista de cinco coisas que quero ver no inevitável próximo jogo da franquia. Vale dizer que isso tudo é apenas opinião e, além disso, darei alguns spoilers para melhor basear possíveis argumentos. Com vocês, minha lista, sem ordem particular, de cinco coisas que o próximo Zelda deveria ter.

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Ocarina of Time - Desvendando o mini-game de pesca

Aviso: O artigo a seguir possui TEXTO PRA CARAMBA!!

Se você acompanha este blog há algum tempo, provavelmente sabe que eu absolutamente ODEIO o mini-game de pesca de Ocarina of Time. Provavelmente sabe, também, que ele já foi eleito aqui como o pior mini-game da franquia Zelda, e não é por menos! A pescaria em Ocarina of Time é INFAME por uma chuva de motivos, sendo a tal esperteza dos peixes, a aleatoriedade de vitória e AQUELE PEIXE SAFADO DO MEIO alguns dos mais famosos.

Eu odeio o mini-game de pesca, você odeia o mini-game de pesca, todos odeiam o mini-game de pesca. Mas, mesmo assim, apesar de meu ódio incontrolável pelos peixes em Ocarina of Time, quando comecei a rejogar a versão do 3DS porque eu amo o Ocarina desse jeito, eu acabei percebendo que havia algo naquele mini-game que me fazia querer entender como funciona... Haveria algum tipo de truque? Quem sabe eu apenas estava fazendo errado...? Será que os programadores do jogo simplesmente não sabiam o que estavam fazendo e o mini-game de pesca foi lançado porque eles não eram competentes o suficiente para criá-lo de fato?!

Cansado dessas perguntas, e mais cansado ainda daquele peixe do meio safado que insistia em rir de mim, eu decidi enfrentar o mini-game de uma vez por todas, para descobrir seus mistérios e derrotá-lo para sempre!!!

Depois de duas horas de batalha sangrenta e dolorosa, cheia de mortos e feridos... Eu consegui.

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Jogos Zeldásticos #5 - Dark Souls (PS3/Xbox360/PC)

Vamos falar de dificuldade, bem rápido. Apesar de ser um tópico de difícil discussão, devido à toda a questão subjetiva, creio que é unânime o fato de que a dificuldade deve ser algo bem balanceado. Assim como em testes, a dificuldade é determinada de acordo com o nível de habilidade, no caso de um videogame, do jogador, sem jamais atirar algo que não foi apresentado anteriormente (o que seria a chamada "dificuldade baixa"; "Bullshit hard", como diriam aqueles de língua inglesa).
Por conta desse conceito que acabo de apresentar (que tem grande validade pelo menos para mim), ao ser perguntado sobre algum jogo difícil que eu tenha em mente, gosto de mencionar títulos como Zelda II, Donkey Kong Country (a série inteira, nesse caso), Castlevania (I e III), e alguns outros; todos esses sendo títulos que atiram desafios diversos ao jogador de maneira que ele ou ela se adapte e se prepare apropriadamente.
Jogos cuja dificuldade foi aumentada de maneira proposital para, digamos, obrigar as pessoas a não terminar o jogo no mesmo fim de semana, não contam para mim.

Nos dias de hoje, é inegável que o número de jogos difíceis, ao menos vindo das grandes empresas, não é tão grande quanto já foi. Mesmo assim, não é incomum ouvir falar de algum título que requeira paciência e dedicação de seus jogadores para que possa ser jogado e apreciado.
Admito que não sei bem quais nomes se encaixam nisso, ainda mais considerando o quão pouco joguei títulos dos últimos dez anos que não tinham "Nintendo" na caixa. Dito isso, há uma série que entrou em meu radar praticamente desde o seu primeiro... errr... "primeiro" título.



Dark Souls ganhou uma reputação relativamente infame desde o seu lançamento original em 2011. Conhecido por uma "dificuldade brutal" e uma direção artística inacreditável, o jogo logo ganhou uma grande legião de fãs e, desde então, gerou uma franquia rentável e digna de atenção.
Por conta do grande auê que foi o jogo em sua época de lançamento, bem recebido tanto por jogadores quanto pela crítica, é óbvio que ele logo se meteu em meu radar como algo digno de atenção. No entanto, ao ouvir falar da tal dificuldade, logo acreditei que se tratava de um jogo que tentava ser difícil somente por ser difícil, o que, para mim, é um pecado quase que capital.

Foi somente quando assisti o vídeo de Jirard "Dragonrider" Khalil, o The Completionist, que muitos outros elementos do jogo, como sua trama misteriosa, trilha sonora e direção de arte, finalmente me convenceram de dar uma chance... E essa chance não chegou até ano passado.

Eu poderia sair dizendo mais e mais sobre minha experiência como um todo, mas, eu sei que vocês não vieram aqui me ver falando sobre isso. Falemos, então, de Dark Souls.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

DdUdH - Que personagens merecem um jogo só para eles?

Nos últimos dias, eu venho rejogando Hyrule Warriors (quando meu 3DS está cansado de jogar Monster Hunter 4 Ultimate) no Wii U e, recentemente, eu consegui finalmente comprar o pacote com todos os primeiros DLC's do jogo, o que me deu acesso a personagens como Young Link, Twili Midna e até o Tingle (aquele nojento).
Como era de se esperar, isso abriu minha cabeça quanto à série principal de Zelda e quanto às inúmeras possibilidades que existem de se criar um novo jogo com outro personagem na frente, que não seja o Link. Quer dizer, minha cabeça vem aberta a esse tipo de coisa já tem um tempo, mas, foi todo esse contexto que me inspirou a trazer de volta essa coluna para que possamos discutir o tema.

Quando se trata de possibilidades, Zelda realmente está cheio delas... Com o passar de seus (quase) 31 anos, a franquia criou um mundo verdadeiramente imenso; tão imenso, inclusive, que focar apenas em um dos vários elementos dele, que é a épica trajetória do Herói para derrotar o Mal, é quase que um crime. Inclusive, creio que seja justo mencionar que, mesmo em uma época de tradicionalismo, a franquia tentou mudar um pouco as coisas com diferentes histórias dentro de seu próprio universo: histórias que não tratavam da luta do bem contra o mal em si. A trajetória de auto descoberta, sem nenhum inimigo real, de Zelda II; a busca pelo caminho de casa em Link's Awakening; até mesmo a busca de Majora's Mask entra nesse esquema, não mostrando a luta do bem contra o mal em si, mas, sim, a busca pela salvação de tudo e todos.

Com isso em mente, acredito que, por mais que o Herói seja um fator de grande importância dentro da franquia, creio que, vez ou outra, talvez seja bom dar a ele um descanso e colocar o foco em outros personagens e situações. Vale ressaltar, até, que esse novo foco também poderia abrir as portas para estilos de jogos diferentes, mesmo que dentro do mesmo gênero.

Obviamente, estou falando de spin-offs, não da série principal. Além disso, para tentar montar meus argumentos, eu acabei mencionando diversos spoilers de vários jogos da série. Por isso, peço seu cuidado.
Então, sem mais delongas, vamos falar de alguns personagens que poderiam ter um jogo só para eles. Eles estarão listados abaixo, sem nenhuma ordem em particular, foi mais à medida em que eu ia me lembrando dos nomes (apesar de que um deles foi colocado na posição certa porque é um personage
m que eu AMO de paixão).