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segunda-feira, 8 de junho de 2026

Discussões - A era WILD precisa acabar

 Os últimos anos tem sido bem tumultuados para mim. Indo além de típicos imprevistos, e novos ares, minha vida inteira teve várias chacoalhadas enormes. Nos últimos três anos, em particular, tive pessoas que amo passando por situações delicadíssimas, e precisando de atenção especial, como até me casei e, no momento, estamos no aguardo do nosso primeiro filho! 

Mas, ei, não se preocupe! Não estou escrevendo esse artigo para falar da minha vida pessoal, nem nada disso. Estou enumerando todos esses pontos porque tudo isso aconteceu num intervalo de tempo de uns três ou quatro anos. E é surreal imaginar que esse tempo todo, com tantas mudanças, não é nem metade do tempo que a série Zelda passou dentro da Wild era, ou Era Selvagem, que é como eu vou me referir a ela. E isso é surreal porque, durante todo o período ANTES dessa era, a série Zelda era uma franquia primariamente antológica, com cada jogo sendo seu próprio universo, e sequências diretas sendo uma raridade e meia. 

terça-feira, 3 de janeiro de 2023

Discussões - Ideias para o futuro de Zelda

2022 foi um ano importante para Zelda. Muito importante, até. E, não, não foi porque a sequência de Breath of the Wild finalmente teve um título revelado, ou uma data de lançamento anunciada.
Na verdade, foi um ano importante porque, pela primeira vez em muito tempo, não houve um único lançamento ou revelação de um novo título.

Pode parecer estranho à primeira vista, mas a série Zelda teve um total de seis jogos nos últimos cinco anos, só pro Switch, e, mesmo que se tratasse de um relançamento, um ou dois remakes, e dois títulos realmente novos, o fato é que, pelo menos pra mim, a franquia estava ficando cansada. A ideia de ter um novo Zelda a todo ano pode parecer empolgante, sim, mas o que ela realmente significa é que você terá de lidar com um título novo o tempo todo, o que pode ser cansativo e chato, depois de um tempo.

Então, com um ano inteiro servindo apenas para que todos pudessem relaxar, com um ou dois grandes anúncios de Tears of the Kingdom no meio, me parece que chegou a hora de especularmos quais devem ser os próximos passos de Zelda. 

Pra resumir praqueles que não tem tempo de ler tudo e querem uma ideia rápida do que vamos falar aqui, eu vou falar sobre uma ideia para remakes, falar de um Zelda tradicional novo, meu desejo insuportável de um Hyrule Warriors 2, e de uma falta que eu venho sentindo com Tears of the Kingdom. Então, sem mais delongas, vamos lá!


1. Remakes da série Oracle no mesmo formato de Link's Awakening no Switch

Acho que deixei claro meus problemas com o Link's Awakening do Switch. Apesar dos excelentes visuais, e das pequenas adições feitas ao jogo como um todo (mais pedaços de coração, mais conchas secretas, a adição daquele criador de calabouços), o preço cheio de R$300,00 digital é uma baita facada que é difícil de aceitar. 

Dito isso, acho que todos podemos concordar que há a fundação para um estilo excelente de Zelda aqui. Na verdade, os visuais de Link's Awakening, que mais parecem brinquedos de plástico, funciona perfeitamente como uma versão em HD dos Zeldas do Game Boy Color. 




 

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

Discussões - Mais coisas que quero em Breath of the Wild 2

Uns anos atrás, eu escrevi um artigo curto falando de coisas que eu gostaria de ver no Zelda que sucederia Breath of the Wild, e, para isso, eu considerei não só as mecânicas e ideias que esse jogo trouxe para a franquia, como também um pouco de tudo o mais que já vimos aparecer no território de Hyrule.

Desde então, foi anunciado que o próximo grande projeto da equipe de Zelda nada mais é do que uma sequência do clássico de 2017. Muita gente ficou empolgada, e, mesmo nesse momento, em que ainda não sabemos quase nada do jogo (ao menos no momento em que escrevo esse artigo), existe muita especulação a respeito de tudo o que vamos ver. 

Pessoalmente, existem alguns fatores que me deixam empolgado, mas, eu não perdi a cabeça como muitas pessoas. Na verdade, apesar de ter sido pego de surpresa, minha maior reação foi coçar a cabeça e perguntar "Mas... Como eles vão expandir o original?".

Essa acaba sendo a maior pergunta quando vemos uma sequência direta em uma série que é praticamente antológica. Ora, em antologias, é normal sair da zona de conforto e tentar coisas novas - coisa que Zelda nunca teve medo de fazer. Mas, numa sequência, é preciso não só trazer novas ideias, como recolocar ideias anteriores e, se possível, expandir-se sobre elas. 

Então, com tudo isso em mente, eu decidi listar aqui algumas ideias que eu acho que seriam bacanas de se ter no ainda não nomeado "Breath of the Wild 2". 

Talvez não preciso dizer isso, mas, essa lista pode conter alguns spoilers de  Breath of the Wild e um pouquinho de Hyrule Warriors: Age of Calamity.

1. Manter as armas quebráveis

 


Vamos começando logo com o que vai ser, provavelmente, a ideia mais polêmica dessa lista. Muitas pessoas ficaram descontentes com as armas serem quebráveis em Breath of the Wild. Mais do que isso, muitos reclamaram não só que elas quebravam, mas, que elas o faziam rápido demais!

Olha, eu entendo a frustração, ainda mais em uma série como Zelda que, desde os primórdios, evitava mecânicas como essa, sem contar casos especiais. No entanto, acredito que o sistema de armas que Breath of the Wild dispõe não só é uma boa pegada, como também abre muito espaço para experimentação e improviso - especialmente improviso. 

Enquanto é verdade que você não tem muito tempo para aproveitar sua arma favorita, o fato de que as armas quebram significa, também, que você precisa se adaptar ao mundo ao seu redor. Não só isso, como o jogo é muito generoso com armas, as quais você pode pegar em praticamente qualquer lugar. Elas são prêmios constantes para sua exploração, e, se você souber se mexer, nem só pode encontrar várias delas, como nem precisará usá-las na maior parte do tempo! 

Dito isso, eu creio que há, sim, uma maneira de melhorar nesse aspecto. A primeira ideia que veio à mente, pra mim, foi a de aumentar um pouco a durabilidade das armas, ao mesmo tempo em que se reduz a sua disponibilidade. 

O motivo para eu querer manter essa mecânica é simplesmente por bem ao improviso que ela abre. Não só isso, como também dá ao jogador um motivo para estar em constante busca por armas novas. Putz, se elas não quebrassem, porque deveriam haver diferentes armas? Se é assim, não é tão diferente de simplesmente ficar com a espada do começo ao fim.


Armas quebráveis significam adaptação, e isso é um fator muito importante para que Breath of the Wild seja Breath of the Wild!

quarta-feira, 5 de agosto de 2020

O maior mistério de Breath of The Wild - A tribo Zonai

Por Gabriel Paulo


Sejam todos bem-vindos à mais esta postagem, hoje estou para trazer um assunto interessante que já tem circulado na internet faz um tempo, e decidi trazê-lo já que ele pode ter vários aspectos entrelaçados com a continuação de The Legend of Zelda: Breath of the Wild, da qual andamos sem muita informação. É bom destacar que nem tudo aqui será oficial, até porque, como o título sugere, se trata ainda de um mistério, entre os vários que temos nesta versão de Hyrule.


Já parou para reparar nas várias construções de modelo parecido em Breath of the Wild? Espirais entalhadas na pedra, estátuas de dragões, torres de pedra no meio do nada ou pequenas estátuas que parecem pássaros? Bem, aparentemente elas estão mesmo conectadas.


Em Breath of The Wild, vários povos diferentes habitam Hyrule, mesmo após a calamidade que assolou o reino. Porém um deles é um grande mistério. No meio de Faron, na floresta da região ao sul, podemos encontrar, junto de um pequeno rio em forma de dragão, ruínas de uma sociedade antiga, os Zonai.


Estátua que representa a cabeça de um dragão no meio das ruínas dos Zonai.


terça-feira, 7 de janeiro de 2020

Discussões: O remake de Link's Awakening não foi tão bom assim



2019 foi um ano curioso pra Zelda.
Por um lado, tivemos um remake que muita gente estava praticamente implorando pra acontecer.
Por outro lado, tivemos um jogo que literalmente NINGUÉM pediu pra acontecer.

Ambos os jogos foram bem recebidos pela crítica, e todo mundo está feliz com esse ano que passou.
Mas, as coisas não estariam assim tão açucaradas e fofas se eu não estivesse aqui escrevendo esse artigo, certo? Mais ou menos.

Apesar de os dois jogos terem sido bem recebidos pela crítica, é notável que um deles acabou causando uma certa comoção não só dentre fãs de Zelda, mas, de jogadores em geral, talvez por se tratar de um jogo custo, sendo vendido a um preço alto, e cujo método de aproximação era simplesmente próximo demais daquilo que ele estava tentando replicar.

Tá, ficou óbvio que eu tô falando do Link's Awakening, mas, tem um motivo pra isso.

Cadence of Hyrule é um jogo bem curioso, certamente não feito pra todo mundo, e que tem uma estrutura que preza partidas repetidas ao invés de uma só partida mais desenvolvida (como é o caso tradicional de Zelda).
Eu gostei bastante de CoH, mesmo tendo enjoado do jogo relativamente rápido. Na verdade, eu nem teria mais tocado nele se não fosse a atualização que trouxe um modo mais próximo do estilo de Crypt of the NecroDancer, e a habilidade de jogar com o vilão em uma versão alternativa da história.

Então, se é assim, porque eu pareço estar mais negativo em relação ao Link's Awakening, um jogo que tem uma estrutura mais tradicional, que já era esperado de ser um grande sucesso tanto de crítica quanto de vendas (e acabou sendo as duas coisas), e que foi feito para ser um título perfeitamente adequado dentro de Zelda?
Eu não sei se posso responder pelas outras pessoas que vi em redes sociais soltando comentários menos positivos quanto ao jogo, mas, eu sei porque EU tenho menos apreço por Link's Awakening do que por Cadence of Hyrule.

Isso vai parecer louco, mas, lá vai.

O maior problema do remake de Link's Awakening é que ele é um remake, nada mais.

quinta-feira, 30 de maio de 2019

Discussões - Cinco elementos que uma sequência de Breath of the Wild PRECISA ter

Então, em 2017, eu escrevi um artigo simplesmente chamado de “Cinco coisas que quero no próximo Zelda”, onde eu analisei elementos que poderiam ser consideradas para quando um grande e novo Zelda 3D fosse anunciado. Apesar de isso ainda não ter acontecido (neste exato momento, temos um remake e uma colaboração vindo, mas, não um sucessor), e parece que não vai acontecer por um tempo, estou me sentindo bem… especulativo, e, é difícil não pensar no que o futuro pode trazer. Então, considere esse artigo como um sucessor daquele outro, ou algo assim…

A principal diferença, agora, é que, ao invés de falar só de mecânicas de jogo, estarei falando sobre elementos do fundo do jogo também: coisas como mundo, possíveis tramas, e tal.

Ah, e, certo, antes que eu esqueça, estarei tocando em alguns PEQUENOS spoilers de Breath of the Wild pra melhor ilustrar meus argumentos...
O jogo já tem uns dois anos, então, essa é uma das últimas vezes em que eu estarei dando esse aviso, OK? OK.

1 - Vamos sair de Hyrule





Hyrule é um lugar interessante. Interessante, e absurdo. Digo absurdo porque, apesar de se tratar do mesmo reino em todos os jogos que aparece, ele consegue mudar de forma em basicamente todo jogo em que aparece. A única exceção a isso foi em A Link Between Worlds, já que o mundo, no geral, é basicamente a mesma coisa de A Link to the Past com novos detalhes.

Mesmo assim, há um quê de familiaridade e falta de riscos quando estamos falando de Hyrule, especialmente porque, apesar de mudar de forma, o reino principal da série Zelda geralmente trata dos mesmos temas toda vez: florestas, um vulcão, um grande lago, um deserto (vez ou outra)...

Claro, um jogo como Breath of the Wild foi capaz de misturar tudo isso e muito mais em um único espaço, mas, ainda assim, a questão se mantém, até porque muito do jogo parece mais interessado em fazer uma celebração do que outra coisa.

Agora, quando paramos para analisar o que a série Zelda é capaz de fazer quando está FORA de Hyrule, as coisas ficam um tantinho mais interessantes. Mesmo que Hyrule seja essa coisa toda, mundos como Termina, e os países de Holodrum e Labrynna conseguem ser tão marcantes quanto, mesmo tendo sido exclusivos de apenas um jogo cada.

O que quero dizer é que, assumindo que o próximo Zelda 3D seja em mundo aberto, seria ideal, e muito proveitoso, colocar como pano de fundo não Hyrule, e sim outro lugar, seja ele novo, ou um país já visitado em jogos anteriores. Dessa maneira, não só há espaço para novas ideias e temas, como uma nova mitologia também!

domingo, 28 de abril de 2019

Discussões - Os erros de Skyward Sword


O Link, depois de ouvir meu plano de escrever este artigo.
 
Há alguns anos, eu escrevi um artigo chamado “Os acertos de Skyward Sword”, no qual, como o nome indica, eu observava os pontos fortes do jogo de Wii, ao mesmo tempo em que tentava rebater diferentes argumentos que eram usados contra ele.

Antes de mais nada, eu gostaria só de ressaltar que eu ainda gosto do Skyward Sword. Continua sendo um título bem forte dentro de Zelda, com seu estilo e estrutura únicas servindo para fortalecê-lo. Como eu disse à época, esse foi o primeiro Zelda 3D a tentar fugir da estrutura estabelecida por Ocarina of Time e, por consequência, a estrutura de A Link to the Past, praticamente desde o lançamento de Majora’s Mask, onze anos antes.

Sim, eu gosto MUITO de Skyward Sword. No entanto, e isso é uma coisa que todos nós aprendemos a lidar, à medida em que vamos amadurecendo, enquanto nós amamos as coisas, é preciso também reconhecer suas faltas. Disso, podem sair duas coisas: ou o seu amor pelo positivo fica ainda mais forte, ou você descobre que não era bem amor, mas, sim, outra coisa.

Não vou ficar aqui filosofando quando eu podia estar falando sobre UM JOGUINHO ONDE VOCÊ BALANÇA A ESPADA COM SEU CONTROLE!

Então… Vamos falar sobre o porquê de eu estar escrevendo esse artigo pra começo de conversa.


sábado, 12 de janeiro de 2019

Discussões: Precisamos falar sobre o Nintendo Switch Online



Juntar as palavras "Nintendo" e "online" é uma tarefa bem chatinha de se realizar sem criar uma frase que não inclua as expressões "insatisfatório", "deixa a desejar", e mais coisas que tenham a ver com decepção.
Apesar de ter ocorrido uma melhora interessante durante a última geração - com um método simples e fácil de compreender - a aproximação da gigante japonesa em relação a um serviço online pago - que tomou a forma de seu Nintendo Switch Online - não só é obtusa como é algo feito com claro desinteresse em observar o que já foi feito pelo mercado, e adaptar tais métodos de maneira apropriada, e comercialmente justa.

Só uma coisa que direi de antemão: eu mesmo não tenho uma assinatura nesse serviço. Pelos motivos que direi a seguir, acho que é algo desinteressante e com pouquíssimos atrativos de peso - para não dizer nenhum.

sexta-feira, 9 de março de 2018

Discussões - Quatro coisas que quero no próximo Smash

Eu comecei a escrever esse artigo na época em que um Smash Bros. para Switch ainda era rumor!
Agora, no entanto, há mesmo um jogo vindo para o sistema.
Por isso, vamos sentar aqui e listar quatro coisas que seriam ótimas em um próximo Smash e, dessa vez, irei focar em bem mais do que apenas personagens.

Então, vamos começar!

1. Mais Personagens das séries clássicas



Eu entendo que há sempre novos personagens em cada nova interação do Smash Bros.; também entendo que há uma grande demanda sempre por novos personagens, e que tal demanda por vezes não é cumprida mais por questões de tempo e esforço.
O que eu não entendo é porque algumas séries continuam com a mesma representação de sempre, e não evoluem daí. Do que estou falando? Talvez do fato de que franquias como Metroid, F-Zero e Wario continuam tendo apenas um representante, praticamente desde o primeiro jogo, Zelda e Kirby, que estão dentre os carros-chefes da Nintendo, continuam com o mesmo time praticamente desde Melee e Brawl (embora o Toon Link seja diferente o suficiente para merecer o seu lugar, mas, ainda assim), e algumas séries até perderam membros durante os anos, como Star Fox e Mother (que reganhou um membro via DLC).



Ao mesmo tempo, no entanto, a franquia Fire Emblem ganhou tantos personagens em apenas um jogo, que foi francamente ridículo (Robin, Lucina, Corrin, até o Roy retornou via DLC!).
Tipo, meu argumento é simples: as franquias maiores da Nintendo certamente merecem o mesmo amor! Por que não adicionar mais personagens de Metroid (que vai bem além de somente o Ridley!), cadê as outras raças de Zelda, cada uma tendo vários fãs (se a Sheik, que basicamente só apareceu em um jogo, aparece em Smash, porque não outros personagens?), há mais corredores no circuito F-Zero que só o Capitão Falcon, os membros do time Star Fox são diversos o suficiente para terem diferentes movimentos e habilidades, também, sabia?!

Vou deixar bem claro: eu não odeio os personagens que foram adicionados no último jogo, mas, a falta de representação em séries bem grandes e aclamadas certamente fez falta... Muita falta...


quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Discussões: Como seria um Zelda Mobile?

Durante a reunião de investidores que aconteceu ontem à noite, a Nintendo soltou algumas notícias bem bombásticas, incluindo não só um mês de lançamento para o muito esperado serviço online do Nintendo Switch, como também notícias de um Mario Kart feito para plataformas mobile, celulares, em outras palavras.
Apesar de não ser a primeira vez que veremos uma franquia da Nintendo aparecendo na App Store / Google Play, o anúncio de Mario Kart Tour (como essa versão do jogo será chamada) certamente chamou atenção, em especial depois da performance relativamente forte de Pokémon GO, Super Mario Run, Animal Crossing: Pocket Camp e Fire Emblem Heroes (e um pouquinho do Miitomo).

Com todas essas franquias aparecendo no mercado mobile, e, ainda por cima, sendo bem recebidas tanto por críticos quanto por consumidores (ao menos de acordo com o que pude ver), e lembrando daquele rumor que circulou meses atrás sobre um possível jogo de Zelda para esse mercado, não pude deixar de me perguntar se a série Zelda realmente teria potencial para ser lançada a este mercado, e, se ela tivesse, quais seriam as possibilidades aqui.

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Discussões - O que deveria ser feito em um remake de Link's Awakening



Recentemente, alguns rumores começaram a apontar para um possível (e bem tardio) remake de Link's Awakening, lançado originalmente para o Game Boy em 1994, com um relançamento em cor, e com um pouquinho mais de conteúdo, lançado para o Game Boy Color em 1998.

Se esses rumores são verdadeiros ou não, ainda não podemos dizer. No entanto, como há um Nintendo Direct sendo preparado para esta quinta-feira (e isso NÃO é rumor, a própria Nintendo já comentou sua existência) (não há um Nintendo Direct vindo para essa quinta-feira, mas alguém fez uma conta falsa no Twitter pra dizer que tinha... Oops!), esse é um período simplesmente lindo para se divertir com algumas especulações. Mesmo que nada disso se torne realidade, não custa nada sonhar, não é mesmo? Pelo menos até a nossa sociedade se tornar distópica e começar a caçar pessoas por seus sonhos... Aí vai ferrar tudo de vez.

Que seja! Com este breve artigo, eu quero apenas dar algumas ideias do que poderia ser feito nesse possível remake, ou reimaginação, do Link's Awakening! Então, sem mais delongas, vamos começar!


sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Discussões - Cinco coisas que quero no próximo Zelda

Link e dois companheiros correndo atrás do prêmio que eles ganharam por fazer parte de um jogo tão bom.
2017 foi um ano bem louco para a Nintendo no geral, em especial para fãs de Zelda, que tiveram uma das experiências mais limpas, divertidas e inacreditáveis dos últimos anos.
No entanto, mesmo que Breath of the Wild seja tudo isso e bem mais, agora que já se passaram nove meses desde seu lançamento, chegou a hora de sentarmos e refletirmos sobre o jogo como um todo, desconsiderando nossa empolgação pelo título... Sim, BotW (que é como o chamaremos para ganhar tempo) é um jogo absolutamente maravilhoso, tão importante para a franquia quanto o primeiro Zelda e Ocarina of Time foram em seus respectivos lançamentos, mas, chegou a hora de sermos honestos consigo mesmos: BotW deixou um MUNDO de oportunidades de lado; e não estou falando apenas de fan service.
Então, aproveitando esse período de seca de postagens, e até mesmo de informações a respeito do segundo DLC do jogo (que ainda não tem detalhes muito sólidos, apesar de ter sido anunciado há tanto tempo), listarei abaixo uma lista de cinco coisas que quero ver no inevitável próximo jogo da franquia. Vale dizer que isso tudo é apenas opinião e, além disso, darei alguns spoilers para melhor basear possíveis argumentos. Com vocês, minha lista, sem ordem particular, de cinco coisas que o próximo Zelda deveria ter.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

DdUdH - Que personagens merecem um jogo só para eles?

Nos últimos dias, eu venho rejogando Hyrule Warriors (quando meu 3DS está cansado de jogar Monster Hunter 4 Ultimate) no Wii U e, recentemente, eu consegui finalmente comprar o pacote com todos os primeiros DLC's do jogo, o que me deu acesso a personagens como Young Link, Twili Midna e até o Tingle (aquele nojento).
Como era de se esperar, isso abriu minha cabeça quanto à série principal de Zelda e quanto às inúmeras possibilidades que existem de se criar um novo jogo com outro personagem na frente, que não seja o Link. Quer dizer, minha cabeça vem aberta a esse tipo de coisa já tem um tempo, mas, foi todo esse contexto que me inspirou a trazer de volta essa coluna para que possamos discutir o tema.

Quando se trata de possibilidades, Zelda realmente está cheio delas... Com o passar de seus (quase) 31 anos, a franquia criou um mundo verdadeiramente imenso; tão imenso, inclusive, que focar apenas em um dos vários elementos dele, que é a épica trajetória do Herói para derrotar o Mal, é quase que um crime. Inclusive, creio que seja justo mencionar que, mesmo em uma época de tradicionalismo, a franquia tentou mudar um pouco as coisas com diferentes histórias dentro de seu próprio universo: histórias que não tratavam da luta do bem contra o mal em si. A trajetória de auto descoberta, sem nenhum inimigo real, de Zelda II; a busca pelo caminho de casa em Link's Awakening; até mesmo a busca de Majora's Mask entra nesse esquema, não mostrando a luta do bem contra o mal em si, mas, sim, a busca pela salvação de tudo e todos.

Com isso em mente, acredito que, por mais que o Herói seja um fator de grande importância dentro da franquia, creio que, vez ou outra, talvez seja bom dar a ele um descanso e colocar o foco em outros personagens e situações. Vale ressaltar, até, que esse novo foco também poderia abrir as portas para estilos de jogos diferentes, mesmo que dentro do mesmo gênero.

Obviamente, estou falando de spin-offs, não da série principal. Além disso, para tentar montar meus argumentos, eu acabei mencionando diversos spoilers de vários jogos da série. Por isso, peço seu cuidado.
Então, sem mais delongas, vamos falar de alguns personagens que poderiam ter um jogo só para eles. Eles estarão listados abaixo, sem nenhuma ordem em particular, foi mais à medida em que eu ia me lembrando dos nomes (apesar de que um deles foi colocado na posição certa porque é um personage
m que eu AMO de paixão).

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Discussões - Será que Zelda deveria ter um universo expandido?

No atual momento, Zelda está para comemorar seus 30 anos. Sim, 30 anos... Durante todo esse tempo, a franquia conseguiu estabelecer uma história bem ocupada, cheia de reviravoltas, e um universo muito grande, cheio de detalhes, com diferentes raças, lugares, religiões, e tecnologias.

Hoje, Zelda tem um pouco mais que vinte jogos (um pouco acima de trinta se você contar remakes, jogos abandonados e versões exclusivas), alguns fazendo parte de uma linha de tempo oficial, outros sendo jogados em um limbo ainda não reconhecido por ninguém.
Mesmo com esse enorme currículo em mãos, a franquia geralmente evita pisar em um território diferente daquele que ela domina, e bem: os jogos digitais.

Por conta do recente BOOM de uma certa franquia cinematográfica, me peguei analisando os inúmeros pontos positivos e negativos de se criar um Universo Expandido, isto é, uma série de outras histórias, contadas todas de maneiras bem diferentes, todas ocorridas dentro do mesmo mundo de uma outra história, maior e mais famosa, embora não necessariamente ligados a ela. Seria este o caso do filme Prometheus (casado à série Alien), creio que, também, dos vários livros sobre a Terra Média que o lendário sr. J. R. R. Tolkien fez, e do mundo de merchandisings que a franquia Star Wars possui.

Como se não bastasse a minha reflexão no assunto, eu comecei a pensar nisso com bem mais peso enquanto escrevia aquelas duas adaptações da trama do A Link to the Past, cuja segunda parte foi postada há dois dias, a propósito.
Depois disso tudo, comecei a me perguntar pra valer... Embora não precise, será que Zelda se beneficiaria com um Universo Expandido?

Vamos dar uma breve olhada nos pontos positivos e negativos da história, e, aí, vou deixar a discussão por conta de vocês, até porque, bom, vou me posicionar ao final do artigo. Sigam-me!

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Discussões: Que elementos poderiam ser adicionados em Twilight Princess HD?



Então, ano passado, Twilight Princess HD foi o último grande anúncio relacionado a Zelda. Depois de especulação durante MESES, o jogo teve uma recepção... pouco... atraente... Por assim dizer... O maior problema, aparentemente, foi a aparente "falta de novidades" no trailer, que não nos mostrou nada de novo, fora aquele amiibo maravilindo e a linda boxart.
Apesar de eu ter gostado do anúncio (o que está me fazendo analisar todas as possibilidades para justificar pagar o que será, sem dúvida alguma, mais de R$350,00 em um jogo), a falta de falar mais sobre o que a nova versão do jogo vai oferecer realmente me pegou, mas de uma boa forma.
Andei observando um pouco alguns vídeos de curiosidades do Twilight Princess, e várias coisas me fizeram pensar: "não seria legal se isso fosse adicionado no TPHD?!".

Bom, pensei bastante, e, caraca, acho que consegui montar uma breve listinha de coisas que eles poderiam adicionar na nova versão. É claro: provavelmente 90% do que vou colocar aqui é apenas sonho que não vai se realizar, mas, ei, a parte divertida de esperar um jogo chegar é, justamente, tentar adivinhar o que vai ter de novo. Você pode conferir minha lista de coisinhas que poderiam aparecer no jogo logo depois da quebra.


quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

DdUdH: Seria Zelda U uma sequência de Ocarina of Time?

A essa altura, você deve saber que eu acho o Ocarina of Time um dos melhores jogos de todos os tempos, já que tudo o que ele faz é lindo e maravilhoso.
Um dos pontos que o Ocarina introduziu na série Zelda foi o mito do Herói do Tempo, que é o mais famoso de todos os Links, e que é sempre confundido com os demais heróis de Hyrule (muita gente diz que o Link do primeiro Zelda era o Herói do Tempo, quando não era o caso). Mesmo não sendo o protagonista do maior número de jogos, o Herói do Tempo deixou uma marca muito profunda na série Zelda, não só sendo aquele ao qual todos os heróis que vieram depois tentaram se igualar, como também sendo o responsável por alguns dos acontecimentos mais cruciais dentro da franquia. Putz, dependendo se ele vive ou morre a linha do tempo se altera... Isso é o suficiente para dizer que ele é importante.

O que me incomoda nessa história toda é que nós nunca tivemos um esclarecimento a respeito do que aconteceu com ele.
Ele chegou a encontrar a Navi? Que outras aventuras ele viveu? Será que ele conseguiu entender a arte da pescaria?! Vai me dizer que ele acabou casando com a Ruto?!

São perguntas como essas que me deixam pirando e desejando que uma terceira história feita com ele fosse criada. Não precisaria ser algo sobre "como ele morreu", nada disso. Só uma terceira viagem com o Herói do Tempo...

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

DdUdH: Que outros gêneros poderiam ser explorados?

2014 foi um ano excelente para Zelda, pois superou vários limites e colocou o herói mais verde do mundo em vários estilos diferentes (três, mas, eh, efeito).

Com essa "abertura" que a série vem sentindo nos últimos meses, acabamos querendo saber onde mais ela pode ir, o que pode ser feito com ela e coisas e tal.

Então, que tal analisarmos alguns gêneros e ver se Zelda caberia neles, de alguma forma? O que? Você não está a fim? Então não lê a postagem, ora bolas!

Ah, sim, antes que alguém apareça querendo me decapitar, eu ressalto que esses são gêneros que poderiam ser explorados em spin-offs, tipo os jogos do Tingle ou o Hyrule Warriors, mesmo. Agora, com vocês, a postagem.

- Tiro
Falando em tiro, eu já vi a mira do rifle na minha cabeça! Pode baixar isso aí!
Em termos de "jogo de tiro", Zelda já teve isso antes, como um dos tipos de fase do Link's Crossbow Training (jogo lindjo s2)... Mas, eu estou falando de algo que pegue o jogo inteiro mesmo.
Existem várias armas de longa distância em Zelda. O número é grande, tão grande que a série poderia fazer essa transição sem medo de não ter o que usar.

Ainda dá pra inventar novas armas também! Que nem fizeram nessa glória aqui.

Mas aí, você vai e me pergunta se isso é uma boa ideia. Aí fica difícil de saber...

Temos que levar em consideração que jogos de tiro não vão sair exatamente como um Call of Duty da vida; na verdade, esse é um gênero que consegue se expandir muito bem (se ele é expandido apropriadamente nos dias de hoje é outra história). O melhor exemplo que eu consigo pensar é o maravilhoso Metroid Prime. Se você conhece a série Metroid, com certeza sabe que a transição tardia da série pro 3D se deu, inicialmente, num formato em primeiro pessoa (que é um grande "aliado" do gênero de tiro em geral).

Dá pra aplicar muitas ideias nesse gênero, assim como é possível manter as ideias mais essenciais de Zelda, que nem Metroid fez. Conseguir diversos itens para prosseguir no mundo e tudo mais.
Apesar de o Link SER cabível dentro dessa ideia, eu acho que poderíamos explorar personagens diferentes, seja já criados dentro do Zeldaverso ou não...
Mas, esse tema por si só vai requisitar um artigo inteiro só pra ele. Para o próximo gênero (depois da quebra)!

domingo, 11 de janeiro de 2015

DdUdH: Como fazer um bom filme de Zelda (OPINIÃO)

Quando se fala de um filme de Zelda, a reação mais comum é uma torcida de nariz. Apesar de existirem pessoas que acham que um filme (em formato de animação, principalmente) seja uma excelente ideia, a maioria acha que isso seria abismal.
Eu sei que alguém já pensou nessa ideia, e pensou em fazer algo a respeito. O resultado... Bem... Eu vou deixar vocês para dizer como isso se sairia.



Fazendo uma análise breve e simples, dá pra entender o porque de ser tão ruim assim. Em jogos de Zelda, o que o jogador faz é ir de um lugar a outro, explorando templos antigos e pegando artefatos mágicos. A pior parte é que o protagonista está sempre sozinho. Não são todas as vezes que o seu companheiro vai falar, e, de boa, se fosse o caso, seria muito chato. Essa fórmula funciona para videogames, sim... Afinal, nos videogames você controla o personagem, decide onde ele vai e coisas do tipo.

Agora, imagine um filme em que tudo o que você vê é um cara indo de um lado para o outro, sozinho, e em silêncio... Todos nós sabemos que isso seria um porre. Eu ao menos ficaria furioso com um filme assim...

No entanto, dizer que o Zeldaverso não tem potencial para ir a outras mídias seria um absurdo sem tamanho. Da forma que eu vejo, dá pra levar Hyrule às telonas com relativa facilidade; o truque é que você tem que saber o que levar.


quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

DdUdH - Os acertos de Skyward Sword

Enquanto todo mundo dá uma boa dose de aplausos para os Zeldas pré-Wind Waker, é relativamente comum ver muito criticismo em relação aos Zeldas pós-Wind Waker. Isso se torna bem evidente quando vamos falar de títulos recentes. Na verdade, acho que o melhor exemplo que dá pra imaginar é o Skyward Sword.

Eu sou um grande fã do jogo desde o seu lançamento e, apesar de ele não estar mais no mesmo nível de antes na minha cabeça, eu não sou capaz de chamá-lo de um jogo ruim. Na verdade, ainda mantenho na mente que, tecnicamente falando, ele é um dos jogos mais competentes da série, superando, inclusive, títulos como Ocarina of Time e o A Link Between Worlds. Tecnicamente...

Hoje em dia, eu vejo um certo descontentamento de muitas pessoas com o jogo (que, por algum motivo, minha mente teima em achar que seja moda). As reclamações variam e tudo, mas todos chegam ao consenso de que o jogo é uma bela porcaria... O que, ao meu ver, é uma bela porcaria de exagero (10 pontos pelo jogo de palavras esperto).

Apesar de ter, sim, suas falhas, Skyward Sword é um jogo bom. Ele não possui nenhum glitch/bug que seja "game-breaking", seus gráficos são bem feitos (apesar de muita gente negar), sua música é excelente pelo que ela é, o level design é, no geral, bem criativo, e os controles do jogo são responsivos (só alguns Wii Motion Plus que avacalham mesmo). Mas eu acho que o melhor ponto de tudo é que o jogo tenta muito ser uma coisa única. Dá pra notar o quanto ele evita ficar na sombra do Ocarina of Time como muitos dos outros jogos da série tentaram fazer. É um título que quer ser especial por si só... Mas, iremos entrar em detalhes nisso logo à frente.

Só um pequeno alerta: eu meio que vou desabafar nessa postagem, e posso acabar soando um pouco grosseiro ou um pouco exagerado, desnecessário até. Então, peço desculpas se eu acabar ofendendo alguém, sim? Até porque eu amo vocês tudim. :3

Com isso fora do caminho, veja a postagem em toda a sua glória depois da quebra.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

DdUdH: Porque Hyrule Warriors é importante para a série Zelda?

O anúncio de Hyrule Warriors fez várias pessoas virarem o pescoço, e várias delas completaram a tarefa torcendo o nariz.

Como (quase) todo anúncio de jogo, muita gente já saiu por aí condenando, dizendo que a série está perdida, que a Nintendo não sabe mais o que está fazendo, que o estilo artístico é horrível, que os controles serão péssimos e que nunca vai se equiparar a [insira Zelda da moda aqui].
Ainda não conhece o jogo? Confira o trailer logo abaixo, então!



Pois é... Mas isso aqui já aconteceu tantas vezes que, pra mim ao menos, é praxe e perdeu a graça há muito tempo.
O negócio é que eu vejo o porque de tantas pessoas estarem preocupadas com Hyrule Warriors, e porque acham perigoso trilhar esse caminho. Então, para acalmar os ânimos, eu decidi escrever essa pequena lista de motivos, explicando porque esse NÃO é o fim do mundo, e porque vocês deveriam aceitar que o jogo existe (não necessariamente gostar dele), ao invés de amarrá-lo em um barco e executar um funeral viking antes mesmo dele lançar.