Não só a Nintendo se dá bem, mas muitas de suas afiliações (sejam elas empresas secundárias ou terciárias) também dividem do mesmo talento. Veja por exemplo a trilogia Metroid Prime (GameCube e Wii) e o reinício da série Donkey Kong Country, pelas mãos da Retro, ou o remake Ocarina of Time 3D, pela Grezzo.
Como vocês podem perceber, Zelda sempre está na lista de "títulos de qualidade", não só na Nintendo, mas no mercado de videogames mundo afora. Isso ocorre porque a série se mantém sempre com um pé no velho e outro no novo, ou seja, se mantém tradicional, mas se mantém nova.
Depois de Skyward Sword, pensar em como ficará o futuro da série Zelda é, pelo menos para mim, uma tarefa mais difícil do costumava ser. Antes, eu sabia o que esperar, sabia como seria, ou ao menos poderia deduzir o que viria a seguir. Hoje, agora, já não é mais bem assim...
Nas discussões que vou tratar hoje, acho que é importante também relatar o que eu acho que poderia aparecer com o tempo...
Um dos pontos que vi com mais frequência foi o desejo de saber como serão os títulos do Wii U. Como nós já sabemos, os controles por movimento serão regra para os jogos de Zelda. A pergunta é: como vai ser isso?
Na minha mais singela opinião, a utilização do Wii Remote Plus/Motion Plus ainda será feita, pelo menos nos próximos dois títulos de mesa da série, ou, ao menos, no título que aparecer no Wii U. Isso porque o Wii U terá retrocompatibilidade não só com os jogos, mas também com os acessórios do Wii. E outra, porque eles gastariam mais dinheiro fazendo algo que eles já tem? O mesmo vale para nós. É até mais econômico manter o Wii Remote no mercado, e mais econômico já tê-lo logo de cara.
Bom, como eu estava dizendo... Um dos pensamentos que mais rola comunidade afora é a utilização do Wii Remote como a espada e o controle do Wii U como o escudo. Bem, a ideia até que seria boa, se não fosse o seguinte problema:
O ponto é... Como vai dar para usar o controle como escudo se não dá nem para segurá-lo como tal? Sim, eu sei que esse design é o apontado na E3 2011 e que existem várias chances de ele ser alterado, mas eu acho difícil que isso aconteça...
Agora, vamos para um assunto mais... sonhador.

Claro, eu sei que isso aconteceu brevemente em Majora's Mask, quando controlamos Kafei em certa parte do jogo, mas o momento é extremamente breve (.... erm, dã?) e você está em tamanha tensão que mal dá para aproveitar...
Obviamente, não quero tirar o Link, claro que não. Para mim, Zelda não é Zelda sem o Link. O meu ponto é: seria possível jogar um Zelda com mais de um personagem, não só com Link? Será que daria certo?
Ainda nesse momento de pensamentos em um dia de tédio, me vem à cabeça: será que veremos Ganondorf novamente?
Definitivamente, o bom e velho Ganny é o meu vilão favorito da série e vê-lo em um futuro título seria incrível. Ora, digo isso porque senti a falta dele nos últimos títulos da série (Phantom Hourglass, Spirit Tracks e Skyward Sword). Seria muito bom vê-lo em um título do Wii U, principalmente (até porque os portáteis tem uma tendência a ignorá-lo). E, dessa vez, ele talvez pudesse ser aplicado dessa vez como o vilão desde o princípio (como foi em Ocarina of Time) e não como um vilão que só aparece no final.
E isso me leva ao ponto que eu gostaria de dividir. Seria interessante conhecer a história do vilão, não? Apesar de AINDA não ter jogado The Wind Waker, eu sei que o jogo libera um pouco de luz sobre a enorme escuridão da história de Ganondorf.
No entanto, seria interessante ver uma história mais detalhada dele, contada do começo ao fim, ou, ao menos, o seu ponto de vista em relação aos eventos dos jogos nos quais ele participou, como Ocarina of Time, The Wind Waker ou Twilight Princess.
Talvez eu esteja viajando demais, mas eu acho que essa última seria uma boa aproximação.
Bom pessoal, e é isso... O que você achou dos tópicos que mencionei aqui? Concorda com o que eu disse, ou tem uma opinião diferente? Mostre o que você acha nos comentários!
Até a próxima!